Acusado de matar namorada grávida é condenado a 22 anos de prisão

TRT-RS concede acréscimo salarial a químico que acumulou funções de maior responsabilidade não previstas no contrato
Créditos: r.classen / Shutterstock.com

O Conselho de Sentença do Tribunal do Júri de Colônia Leopoldina condenou José Castro Barreto Filho a 22 anos e seis meses de reclusão pela morte da namorada, Milena Alves da Silva, que estava grávida. O julgamento ocorreu nesta quarta-feira (31), no Fórum da Comarca.

José Castro foi condenado por homicídio duplamente qualificado (motivo torpe e mediante recurso que impossibilitou a defesa da vítima) e pelo crime de aborto provocado por terceiro. A pena deverá ser cumprida em regime inicialmente fechado, e o réu não poderá apelar da sentença em liberdade.

O crime ocorreu em março de 2015. De acordo com os autos, José Castro foi até o colégio onde Milena estudava. Ela se negou a ir embora e, nesse momento, o réu desferiu diversas facadas contra a namorada. A defesa alegou que José Castro cometeu o crime após provocação da vítima (homicídio privilegiado). Os jurados, no entanto, rejeitaram essa tese.

Matéria referente ao processo nº 000004529.2015.8.02.0072

Autoria: Diego Silveira – Dicom TJ/AL

Fonte: Tribunal de Justiça de Alagoas


Se vives de acordo com as leis da natureza, nunca serás pobre; se vives de acordo com as opiniões alheias, nunca serás rico.

- Sêneca

O dia que chegar, chegou. Pode ser hoje ou daqui a 50 anos. A única coisa certa é que ela vai chegar.

- Ayrton Senna