Líder da milícia Liga da Justiça continuará preso em segurança máxima federal

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Milícia Liga da Justiça atua no Rio de Janeiro. Créditos: Ipopba | iStock Após negativa do juízo federal corregedor da Penitenciária Federal de Mossoró negar a permanência de Toni Ângelo Souza de Aguiar, líder da milícia Liga da Justiça, na instituição, o STJ definiu que cabe à Vara de Execuções Penais do Rio de Janeiro definir sobre a permanência do preso de alta periculosidade na penitenciária. Nos autos, aponta-se que Aguiar, condenado a 68 anos e 8 meses de reclusão por diversos crimes, ainda mantém liderança sobre a milícia, apesar da “dificuldade de articulação”. Ele foi transferido para unidade prisional federal em 2013 para ser mantido fora do Rio de Janeiro, o que atenderia à “política de segurança pública de pacificação” implantada à época no estado. A decisão de transferência considerou que a medida seria temporária (360 dias), podendo ser renovada, e que “o afastamento do preso causaria grande impacto na articulação dos integrantes da facção criminosa”. Recentemente, para o juízo corregedor da Penitenciária de Mossoró, os 5 anos em presídio federal diminui consideravelmente o poder de mando do condenado, não havendo “elementos de convicção que justifiquem sua permanência” no Rio Grande do Norte. Por isso, determinou sua “devolução ao

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