Lei eleitoral é frágil para punir crime eleitoral no caso de laranjas

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Especialistas comentam o caso que envolve o partido do presidente Bolsonaro. Créditos: Izzetugutmen | iStock Com mais um escândalo envolvendo o PSL, partido do presidente Jair Bolsonaro, os especialista apontam a fragilidade da lei eleitoral para punir crimes de sua natureza. Eles dizem que, mesmo que se comprove que Bebianno cometeu fraude, nada acontecerá com ele na Justiça eleitoral, já que a punição a partidos é uma raridade. Eles apontam uma lei fraca, os prazos exíguos para investigar e a falta de braços para fazer a apuração como dificuldades à punição. Bebbiano presidiu o PSL, coordenou a campanha de Jair Bolsonaro e foi nomeado ministro da Secretaria-Geral da Presidência. Em revelação da Folha de S. Paulo, ele teria liberado R$ 400 mil para uma candidata a deputada em Pernambuco, que teve 274 votos. A suspeita é que os valores tenham sido desviados. Junto com Bebbiano, o ministro do Turismo, Marcelo Alvaro Antônio (PSL), também é suspeito de ter patrocinado candidaturas de fachada em MG. Para o professor da Universidade Federal de Pernambuco Walber Agra, “A Justiça eleitoral é risível e foi feita para não punir ninguém. Os prazos são muito curtos”. São somente 15 dias após a diplomação do candidato

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