Inovação X Proteção de dados: os dois lados do Open Banking

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Créditos: Layman Zoom | iStock Em tempos em que os vazamentos de dados se tornam cada vez mais frequentes, é inevitável que surjam questionamentos relacionados à proteção efetiva que as empresas podem conferir para informações tão sensíveis quanto os dados bancários. Ao mesmo tempo, negar os avanços da tecnologia para perpetuar burocracias impostas por instituições seculares não é, nem de longe, o caminho mais adequado. Colocar em prática uma regulamentação para o Open Banking no Brasil requer enfrentar alguns desafios. O principal deles é conciliar os princípios desta tecnologia com as normas impostas pela Lei Geral de Proteção de Dados, regulamentada recentemente para dar mais transparência ao armazenamento e ao uso de informações pessoais por empresas no ambiente virtual. A boa notícia é que há uma evidente movimentação do Banco Central e da Comissão de Valores Mobiliários em prol do ecossistema inovador, que aposta nesta tecnologia revolucionária e no compartilhamento de dados sem ferir a privacidade alheia. É nesse cenário que o BC vem “preparando o terreno” para a implementação do Open Banking, que tem como objetivo permitir aos titulares o compartilhamento de seus dados financeiros com empresas e instituições por meio de uma plataforma integrada. A expectativa é de

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