Advogado é afastado de escritório após vídeo com colega ganhar repercussão nas redes

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Créditos: Freepik

Um dos sócios de um dos mais tradicionais escritórios de advocacia de Nova York foi afastado de suas funções após a divulgação de um vídeo em que aparece em um momento íntimo com uma colega de trabalho em um parque da cidade. O caso gerou ampla repercussão nas redes sociais e levou à abertura de uma investigação interna para apurar eventual violação às normas de conduta da banca.

O advogado Nathaniel Cullerton, de 45 anos, sócio do escritório Wachtell, Lipton, Rosen & Katz, foi filmado beijando a advogada associada Kelsey Borenzweig, de 29 anos, em um banco no Central Park. As imagens, registradas por um criador de conteúdo e publicadas no TikTok, alcançaram milhões de visualizações em poucos dias.

Segundo informações divulgadas pela imprensa internacional, Cullerton foi afastado temporariamente enquanto o escritório conduz a apuração dos fatos. Até o momento, não há confirmação sobre eventual investigação envolvendo a advogada que aparece nas imagens.

De acordo com o jornal Financial Times, o episódio também impactou a carreira do advogado. Ele estava entre os profissionais cotados para deixar o Wachtell, Lipton, Rosen & Katz e integrar outra renomada banca de advocacia norte-americana, mas a mudança teria sido suspensa após a repercussão do vídeo.

As imagens mostram o influenciador responsável pela gravação abordando o casal e pedindo que interrompesse as demonstrações públicas de afeto em razão da presença de crianças no local. Em seguida, o advogado tentou impedir a continuidade das filmagens, sem que o episódio evoluísse para um confronto físico.

Nathaniel Cullerton e Kelsey Borenzweig atuaram recentemente na equipe jurídica responsável pela defesa da OpenAI e de seu diretor executivo, Sam Altman, em uma ação movida pelo empresário Elon Musk. A repercussão do caso trouxe ainda maior visibilidade ao episódio em razão da projeção profissional dos envolvidos.

Até o momento, o escritório de advocacia não divulgou detalhes sobre o andamento da investigação nem informou se serão adotadas medidas disciplinares definitivas. O caso reacendeu debates sobre privacidade, exposição nas redes sociais e os limites entre a vida pessoal e a imagem profissional de empregados e sócios de grandes organizações.

(Com informações do Jornal Extra por Fernando Moreira)

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