Gusttavo Lima é processado por usar marca de domínio da Mebabo em perfume

Data:

Show de Sandy e Júnior em Brasília - Ingresso Rápido
Imagem Meramente Ilustrativa – Créditos: nd3000 / iStock.com

O cantor Gusttavo Lima está sendo processado pela empresa de cosméticos Mebabo pela comercialização do perfume ‘GL Embaixador’ lançado pela pela ‘GL Cosméticos’ e divulgado pelo sertanejo. A marca ‘Embaixador’, no entanto, é de domínio da Mebabo. Além do cantor e da GL Cosméticos LTDA a Adventures Brands LTDA também é citada na ação.

A Mebabo é a detentora legítima da ‘Embaixador’ desde 23 de maio de 2022.Conforme a ação, o uso da marca gerava uma confusão entre os consumidores, que passaram a associar a marca ‘Embaixador’ da empresa de cosméticos com o produto do cantor.

Perfume da Boticário causa alergia e cliente será indenizada em R$ 10 mil
Créditos: Aleksei Derin / Shutterstock.com

A marca está registrada, inclusive, no Instituto Nacional de Propriedade Nacional em diversas classes. A compra do nome se deu mediante o pagamento de R$100 mil e passou por um processo de reestruturação e investimento em identidade visual. Hoje, a empresa é uma das que mais vende no ramo de cosméticos masculinos em todo o país.

Ao saber do lançamento do perfume, a Mebabo enviou uma notificação extrajudicial para a interrupção da divulgação e a pré-venda dos produtos. No entanto, o pedido não foi acatado. A empresa alega nos autos do processo que a inclusão da sigla ‘GL’ no nome do produto de Gusttavo Lima não seria o suficiente para a distinção entre o perfume e a marca ‘Embaixador’.

A empresa ‘GL Cosméticos’ e o cantor Gusttavo Lima realizaram, mesmo assim, o lançamento do perfume usando a marca polêmica. Com isso, segundo as alegações da Mebabo, estariam lucrando com base no alcance enorme do artista no âmbito da música sertaneja, em seu perfil pessoal, em shows com marketing rígido etc, em cima do elemento principal de sua marca ‘Embaixador’.

Gusttavo Lima é processado por usar marca de domínio da Mebabo em perfume | Juristas
Crédito: Miljan Živković / istock

Diante disso, a Mebabo formulou um pedido de tutela antecipada em caráter de urgência, a fim de que os requeridos sejam forçados a parar de usar a marca ‘GL Embaixador’, interrompendo a divulgação e a comercialização dos produtos vinculados a ela, sob a pena de multa diária no valor de R$ 50 mil. Além disso, solicitou que a ação seja julgada procedente, a fim de condená-los à abstenção do uso da marca no ramo em que ela se encaixa.

TRF2 anula marca de empresa por semelhança com marca de concorrente
Créditos: 3D Vector / Shutterstock.com

Foi pedido ainda a condenação dos requeridos, solidariamente, ao pagamento de danos morais a serem arbitrados pelo juízo, sugerindo-se o valor mínimo de R$ 100 mil, levando em conta a capacidade financeira das partes e o patrimônio pessoal de Gusttavo Lima. Por fim, pediu que sejam pagos também uma indenização de danos materiais pelo critério mais favorável a ser obtido no momento da liquidação da sentença.

Com informações de Em Off.


Fique por dentro de tudo que acontece no mundo jurídico no Portal Juristas, siga nas redes sociais: Facebook, Twitter, Instagram, Linkedin e Google News. Adquira seu registro digital e-CPF e e-CNPJ na com a Juristas Certificação Digital, entre em contato conosco por e-mail ou pelo WhatsApp (83) 9 93826000.

Participe e receba as postagens diárias do Portal Juristas.

Ao entrar você está ciente e de acordo com os termos de uso e privacidade do Whatsapp.

PARTICIPE DO CANAL
Juristas

Acompanhe o Juristas no Google News

receba as principais notícias jurídicas do Brasil

Seguir no Google
Ricardo Krusty
Ricardo Krusty
Comunicador social com formação em jornalismo e radialismo, pós-graduado em cinema pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN).

Deixe um comentário

Compartilhe

Inscreva-se

Últimas

Recentes
Veja Mais

Defesa de Daniel Vorcaro aponta alterações em arquivos de celular apreendido pela Polícia Federal

A defesa de Daniel Vorcaro apresentou ao STF um laudo particular que identificou alterações em 657 arquivos e a criação de outros 436 no celular do empresário enquanto o aparelho estava sob custódia da Polícia Federal. O documento questiona procedimentos de preservação e extração de provas digitais e fundamenta o pedido de acesso aos dados originais do dispositivo.

Justiça nega pedido de Willer Tomaz para obrigar Richarlison a apagar publicações sobre ilha

A Justiça de Brasília negou pedido de Willer Tomaz e da empresa WT Administração de Imóveis e Bens para obrigar Richarlison a apagar publicações sobre a disputa por uma ilha em Angra dos Reis. O processo continua em andamento.

Maior corretora de criptomoedas do mundo sofre invasão e perde bilhões

A Binance sofreu um ataque hacker que resultou no desvio estimado de US$ 6,3 bilhões em criptomoedas. A corretora suspendeu temporariamente os saques, afirmou que os recursos dos clientes estão protegidos e prometeu cobrir os prejuízos. Empresas do setor conseguiram bloquear parte dos ativos, enquanto as investigações sobre a autoria do ataque continuam.

Presidente do TRF-1 decide em processo envolvendo empresa representada pela própria filha

A presidente do Tribunal Regional Federal da 1ª Região...

Descubra mais sobre Juristas

Assine agora mesmo para continuar lendo e ter acesso ao arquivo completo.

Continuar lendo