Câmeras caseiras hackeadas transmitem batidas policiais ao vivo nos EUA

Data:

Egípcio procurado pelo FBI por terrorismo presta esclarecimentos em São Paulo
Créditos: domoyega | iStock
O FBI, serviço de contra inteligência Departamento de Justiça dos Estados Unidos, emitiu alerta sobre um crime conhecido como “swatting”. Segundo a unidade policial, Hackers, após invadirem dispositivos conectados das vítimas, enganam policiais ou outros profissionais de atendimento de emergência para encaminhá-los à casa de uma pessoa que desconhece a ação. Os criminosos transmitem em vídeos ao vivo às batidas policiais.

De acordo com o FBI a prática criminosa traz risco à vida. Há três anos, uma ligação falsa sobre um suposto caso de reféns levou a polícia a atirar em — e matar — um homem no Kansas, havendo ainda outros casos em que pessoas foram feridas.

Em novembro, a rede de televisão americana NBC News reportou que a polícia foi a uma casa na Flórida após receber uma ligação falsa para o número de emergência 911. No telefonema, um homem dizia ter matado sua esposa e estar armazenando explosivos.

Quando os policiais deixaram o prédio, após descobrir que se tratava de uma “pegadinha”, eles relataram terem ouvido insultos através do interfone inteligente da propriedade.

A nova versão de “trote” foi possível porque as vítimas reutilizaram senhas de outros serviços quando programaram seus dispositivos conectados. Como listas de dados hackeados são compradas e vendidas com frequência no mercado ilegal, os criminosos frequentemente testam os dados roubados de um serviço em outros, para descobrir onde senhas foram reutilizadas, alertou o FBI.

Com informações da BBC- Brasil.

Participe e receba as postagens diárias do Portal Juristas.

Ao entrar você está ciente e de acordo com os termos de uso e privacidade do Whatsapp.

PARTICIPE DO CANAL
Juristas

Acompanhe o Juristas no Google News

receba as principais notícias jurídicas do Brasil

Seguir no Google
Ricardo Krusty
Ricardo Krusty
Comunicador social com formação em jornalismo e radialismo, pós-graduado em cinema pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN).

Deixe um comentário

Compartilhe

Inscreva-se

Últimas

Recentes
Veja Mais

Ministros do STJ completam 13 anos de atuação com precedentes relevantes em diversas áreas do Direito

Moura Ribeiro, Regina Helena Costa e Rogerio Schietti Cruz completam 13 anos no STJ com atuação marcada por julgamentos relevantes e formação de precedentes. Os ministros se destacam, respectivamente, em matérias de Direito Privado, Direito Público e Direito Penal e Processual Penal.

Cobranças judiciais de dívidas privadas atingem recorde histórico no Brasil em 2025

As cobranças judiciais de dívidas privadas atingiram recorde histórico em 2025, com 1,23 milhão de novos processos de execução de títulos extrajudiciais não fiscais, alta de aproximadamente 60% em relação a 2020. O crescimento ocorre em meio ao aumento do endividamento das famílias e às dificuldades de renegociação extrajudicial. Especialistas apontam fatores como excesso de crédito, juros elevados e dificuldades financeiras de consumidores, empresas e produtores rurais como elementos que contribuem para o aumento da judicialização.

MC Pipokinha é condenada por expor adolescentes a conteúdo sexual durante show em MS

A Justiça de Mato Grosso do Sul condenou MC Pipokinha e outras quatro pessoas ao pagamento conjunto de R$ 162,1 mil por danos morais coletivos, após um show em Corumbá que, segundo o processo, expôs adolescentes a cenas de nudez parcial e simulações de atos sexuais. A cantora deverá pagar R$ 100 mil, enquanto os demais condenados deverão desembolsar R$ 15.525 cada. Os valores serão destinados ao Fundo Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente. Cabe recurso.

Homem é condenado em Taiwan por usar robô aspirador para filmar esposa sem consentimento

Um homem em Taiwan foi condenado a cinco meses de prisão e multado após usar remotamente um robô aspirador com câmera para filmar a esposa em momentos íntimos com outro homem. Embora as imagens tenham sido utilizadas em uma ação civil sobre infidelidade, a Justiça considerou ilegal a gravação por violar o direito à privacidade da mulher, ressaltando que o casamento não elimina a proteção à intimidade.

Descubra mais sobre Juristas

Assine agora mesmo para continuar lendo e ter acesso ao arquivo completo.

Continuar lendo