Lançamento do Ieja e Med Arb RB em São Paulo reúne integrantes do Judiciário

Data:

cnpj
Créditos: Epitavi | iStock

O Instituto de Estudos Jurídicos Aplicados (Ieja) e a câmara de arbitragem Mediation and Arbitration for Recovery and Business (Med Arb BR), realizaram na última segunda-feira (28) evento de lançamento de suas atividades em São Paulo (SP). O evento, que teve como temas centrais, “Segurança Jurídica, Desenvolvimento Econômico e Métodos Adequados de Resolução de Conflitos”, reuniu integrantes do Poder Judiciário, advogados e empresários.

Entre os presentes estavam muitos desembargadores e juízes que atuam na área do Direito Privado, além dos integrantes do Conselho Superior da Magistratura Ricardo Mair Anafe (presidente do Tribunal de Justiça de São Paulo), Guilherme Gonçalves Strenger (vice-presidente) e Artur César Beretta da Silveira (presidente da Seção de Direito Privado); Paulo Sérgio Brant de Carvalho Galizia (presidente do Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo); Silmar Fernandes (vice-presidente e corregedor do TRE-SP); Monica Maria Costa Di Piero (desembargadora do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro); e a juíza Vanessa Ribeiro Mateus (presidente da Associação Paulista de Magistrados).

Ministro Brito Pereira propõe fortalecimento e união da JT em prol da segurança jurídica
Créditos: manfredxy / Envato Elements

O presidente do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP), Desembargador, Ricardo Mair Anafe participou das mesas de honra da abertura e do encerramento. No início, ao lado de Fabiane Pereira (presidente do Ieja), Elias Mubarak Júnior (presidente do Ieja-SP e da Med Arb RB), Paulo Sérgio Brant de Carvalho Galizia (presidente do TRE-SP), Antonio Carlos Cedenho (vice-presidente do Tribunal Regional Federal da 3ª Região) e Walter de Almeida Guilherme (presidente do Conselho Superior do Ieja-SP), Ricardo Anafe falou sobre o pioneirismo que o Judiciário paulista teve com a implantação das câmaras especializadas como as Reservadas de Direito Empresarial e as Reservadas ao Meio Ambiente, bem como das varas especializadas em primeiro grau. “Segurança jurídica norteia as atividades do Poder Judiciário.”

O tema Banco Nacional de Precedentes e Segurança Jurídica ficou a cargo dos presidentes do Superior Tribunal de Justiça (STJ), Humberto Martins, e do Supremo Tribunal Federal (STF) e Conselho Nacional de Justiça (CNJ), Luiz Fux, que destacou a necessidade de o país oferecer segurança jurídica e ter o seu sistema de precedentes para não afastar grandes investidores. Também falou sobre a importância dos métodos adequados de solução de conflitos, “na conciliação não saem vencedores nem vencidos”.

No painel relativo ao desenvolvimento econômico fizeram uso da palavra Renato Luiz de Mello (CEO do Ieja), Cristiana Arcangeli (CEO da Beauty’in), Vander Giordano (vice-presidente da Multiplan) e Luciana Nunes Freire (diretora jurídica da Fiesp). Sobre os métodos adequados de resolução de conflitos foram oradores dois especialistas do assunto: Luis Felipe Salomão (ministro do Superior Tribunal de Justiça) e Juliana Loss (Fundação Getúlio Vargas).

Com informações do .


Fique por dentro de tudo que acontece no mundo jurídico no Portal Juristas, siga nas redes sociais: FacebookTwitterInstagram e Linkedin. Participe de nossos grupos no Telegram e WhatsApp. Adquira sua certificação digital e-CPF e e-CNPJ na com a Juristas Certificação Digital, entre em contato conosco por e-mail ou pelo WhatsApp (83) 9 93826000

Participe e receba as postagens diárias do Portal Juristas.

Ao entrar você está ciente e de acordo com os termos de uso e privacidade do Whatsapp.

PARTICIPE DO CANAL
Juristas

Acompanhe o Juristas no Google News

receba as principais notícias jurídicas do Brasil

Seguir no Google
Ricardo Krusty
Ricardo Krusty
Comunicador social com formação em jornalismo e radialismo, pós-graduado em cinema pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN).

Deixe um comentário

Compartilhe

Inscreva-se

Últimas

Recentes
Veja Mais

Pesquisador usa inteligência artificial para criar malware e tentar extorquir empresas

Relatório da CrowdStrike identificou o malware PhantomRaven, supostamente desenvolvido com auxílio de inteligência artificial e distribuído por meio de pacotes maliciosos no npm. O código teria sido utilizado para obter credenciais de desenvolvedores e, posteriormente, pressionar empresas com alegações de vulnerabilidades em seus sistemas. Em resposta à ameaça, o npm adotou medidas para restringir a execução automática de comandos durante instalações.

New Balance processa Decathlon nos EUA por suposta violação de marca em logotipo da Kiprun

A New Balance processou a Decathlon nos Estados Unidos, alegando que o logotipo utilizado pela marca esportiva Kiprun apresenta semelhança com seu tradicional símbolo em formato de “N”. A fabricante pede a retirada dos produtos do mercado, a destruição dos itens com o símbolo e indenização. A Decathlon contesta a acusação e afirma que o desenho representa a letra “K”. O processo tramita no Tribunal Distrital dos Estados Unidos para o Distrito de Massachusetts.

IA amplia preocupação com empregos e já afeta a entrada de jovens no mercado de trabalho

Pesquisas recentes indicam que a inteligência artificial já produz efeitos perceptíveis sobre o mercado de trabalho, especialmente nas oportunidades destinadas a profissionais jovens em ocupações mais expostas à automação. Estudos também apontam crescimento do uso de IA generativa nas empresas, inclusive sem conhecimento dos empregadores, levantando questões relacionadas à governança, segurança da informação, proteção de dados e relações trabalhistas. Os pesquisadores ressaltam, contudo, que os dados disponíveis ainda não comprovam uma substituição generalizada de trabalhadores pela tecnologia.

Nelson Wilians transferiu R$ 6,6 milhões para empresa de herdeiro da Casas Bahia, aponta Coaf

Relatório do Coaf que embasou a Operação Distrato registra 15 transferências realizadas por Nelson Wilians, entre setembro de 2024 e setembro de 2025, totalizando R$ 6,6 milhões destinados à Icon Properties, empresa ligada a Michael Klein. A movimentação é mencionada no contexto de investigação do Ministério Público de São Paulo sobre supostas fraudes envolvendo créditos de ICMS. Wilians afirma que as operações são lícitas e não têm relação com os fatos investigados. Michael Klein não se manifestou, enquanto a Casas Bahia informou ter criado um comitê independente para apurar o caso.

Descubra mais sobre Juristas

Assine agora mesmo para continuar lendo e ter acesso ao arquivo completo.

Continuar lendo