Luva de Pedreiro e ex-agente não chegam a acordo de conciliação

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Contrato Particular de Empreiteira
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A briga judicial entre Iran Ferreira, conhecido como Luva de Pedreiro, e o seu empresario Allan Jesus teve mais um capítulo na terça-feira (26) na audiência de conciliação. Comandada pela juíza Flávia Viveiro de Castro, da 2ª Vara Cível da Barra, no Rio de Janeiro a primeira audiência de conciliatória, não chegou a um acordo.

Conforme o UOL, na audiência Allan Jesus quis R$ 20 milhões do influenciador Iran Santana Alves, o Luva de Pedreiro, para encerrar a briga judicial entre os dois. O valor seria uma estimativa de quanto ele lucraria com a parceria ao longo de quatro anos — duração prevista no contrato que unia ambos.

Grêmio e Internacional são responsáveis subsidiários por verbas de vendedor de bar nos estádios
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A diferença entre a multa rescisória prevista no contrato firmado em fevereiro pelos dois R$ 5,2 milhões e o valor pedido causa estranheza, no entanto um detalhe na redação do documento faz com que Allan e seus advogados elevem o valor da compensação. No texto, é dito que esse montante é o “patamar mínimo” da multa.

Allan tenta explicar essa conta dos R$ 20 milhões em juízo. Como ponto de partida, cita que, somados, fechou contratos para o Luva de Pedreiro que geravam R$ 2,2 milhões – e tem direito a 50% disso. O empresário alega que tinha engatilhados outros acordos comerciais que poderiam render verbas mais significativas ao influenciador e, por consequência, para si próprio.

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Na audiência de conciliação, a sugestão da juíza que conduziu a discussão foi de um valor bem menor do que os R$ 20 milhões: somando a multa mínima, mais percentual de contratos fechados por Allan com Luva, o resultado daria pouco mais de R$ 7 milhões, segundo a conta feita por advogados das partes. O lado do influenciador, agora agenciado pela empresa de Falcão, ex-jogador de futsal, rejeitou.

Com informações do UOL.


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Ricardo Krusty
Ricardo Krusty
Comunicador social com formação em jornalismo e radialismo, pós-graduado em cinema pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN).

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