Ricardo Eletro protocola o maior plano de recuperação judicial do varejo

Data:

Loja Star Móveis é condenada a indenizar cliente por tratamento discriminatório
Créditos: -Taurus- / Shutterstock.com

A rede de lojas Ricardo Eletro, empresa do grupo Máquina Vendas, protocolou na última terça-feira (13) um plano de recuperação judicial. A proposta apresentada prevê o pagamento antecipado de créditos trabalhistas de ex-funcionários, mediante a liberação de bloqueio fiscal.

Segundo informações do site do jornal Valor Econômico, essa é a maior recuperação judicial já registrada no varejo. São cerca de 20 mil credores que somam uma dívida no valor de R$ 4 bilhões.

Há uma opção de pagamento para que as dívidas de 3.000 ex-funcionários sejam quitadas tão logo os valores sejam liberados, podendo tal pagamento ser realizado antes mesmo de votação do plano pela assembleia de credores. Os outros ex-funcionários, aproximadamente 5.000, também serão beneficiados com esse pagamento acelerado.

Além disso, marcas, parte da operação e eventuais imóveis de titularidade da Máquina de Vendas poderão ser utilizados para acelerar pagamento dos credores com garantia real e quirografários, respeitada a prioridade dos créditos trabalhistas.

Com informações de Valor Econômico.

Ricardo Krusty
Ricardo Krusty
Comunicador social com formação em jornalismo e radialismo, pós-graduado em cinema pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN).

Deixe um comentário

Compartilhe

Inscreva-se

Últimas

Recentes
Veja Mais

AB2L London Summit: a revolução da advocacia global passa por Londres

Evento inédito reúne lideranças jurídicas para explorar inovação, tecnologia...

Justiça catarinense confirma possibilidade de penhora de bens comuns do casal em ação de execução

A penhora sobre os bens comuns do casal no regime de comunhão universal de bens é juridicamente viável, desde que a meação do cônjuge não devedor seja devidamente preservada, conforme determina o artigo 1.667 do Código Civil, observando as exceções previstas no artigo 1.668.

Digital Influencer será indenizado após suspensão injustificada de conta no TikTok

A suspensão arbitrária de um perfil em rede social configura falha na prestação de serviço, especialmente quando a conta é utilizada como fonte de renda. Caso a plataforma não comprove a violação dos termos de uso, pode ser condenada à reativação do perfil e ao pagamento de indenização por danos morais.

Justiça exige maior rigor de multinacional para combater golpes virtuais durante Black Friday

O juízo da 2ª Vara Cível da comarca de Brusque determinou que uma multinacional de anúncios digitais adote medidas imediatas para prevenir o uso de sua plataforma em golpes virtuais. A decisão, proferida em 25 de novembro de 2024, obriga a empresa a bloquear anúncios que utilizem indevidamente o nome e a imagem de uma rede de lojas de departamentos e de seu proprietário, salvo os provenientes de perfis verificados e oficiais.