ChatGPT: OpenAI lança assinatura para pequenas e médias empresas

Data:

Inteligência Artificial - ChatGPT para Advogados
Créditos: [email protected] / Depositphotos

A OpenAI anunciou nesta quarta-feira (10) a disponibilidade da assinatura do ChatGPT voltada para pequenas e médias empresas, além do lançamento da GPT Store. O ChatGPT Team proporciona acesso aos modelos de linguagem do ChatGPT, recursos do ChatGPT Plus e funcionalidades exclusivas para equipes de até 149 pessoas.

Conforme divulgado no blog da OpenAI, os usuários do plano terão à disposição os modelos GPT-4 e DALL-E 3, pesquisa na web em tempo real, análise avançada de documentos e a ferramenta Vision, que compreende informações em imagens.

Prompts para ChatGPT
Créditos: KTStock / Depositphotos

Em relação ao preço, a assinatura do ChatGPT Team custa US$ 30 (R$ 147) por mês por usuário. Para contratação anual, o valor reduz para US$ 25 (R$ 122,32) mensais, totalizando US$ 300 (R$ 1467,84) ao ano. Apesar de ser mais caro que o ChatGPT Plus (US$ 20/R$ 97,86 por usuário), o ChatGPT Team oferece uma opção mais acessível em comparação ao plano Enterprise, destinado a grandes empresas, com custo de US$ 60 (R$ 293,57) mensais por usuário, exigindo um mínimo de 150 usuários e contrato obrigatório de 12 meses.

ChatGPT para Advogados
Créditos: Irrmago / Depositphotos

Entre os recursos específicos para pequenas e médias empresas, destacam-se um painel de administração para o gerenciamento de acesso dos membros e a opção de criar GPTs personalizados. A OpenAI assegura que os dados compartilhados por essas empresas não serão utilizados para treinamento de inteligência artificial (IA).

Com informações do Olhar Digital.


Você sabia que o Portal Juristas está no FacebookTwitterInstagramTelegramWhatsAppGoogle News e Linkedin? Siga-nos!

Participe e receba as postagens diárias do Portal Juristas.

Ao entrar você está ciente e de acordo com os termos de uso e privacidade do Whatsapp.

PARTICIPE DO CANAL
Juristas

Acompanhe o Juristas no Google News

receba as principais notícias jurídicas do Brasil

Seguir no Google
Ricardo Krusty
Ricardo Krusty
Comunicador social com formação em jornalismo e radialismo, pós-graduado em cinema pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN).

Deixe um comentário

Compartilhe

Inscreva-se

Últimas

Recentes
Veja Mais

Câmeras com IA identificam comportamentos suspeitos e reacendem debate sobre vigilância

Câmeras de monitoramento, tradicionalmente utilizadas para registrar ocorrências e...

Inteligência artificial amplia ataques cibernéticos e coloca empresas brasileiras na mira de grupos criminosos

O avanço da inteligência artificial generativa tem contribuído para o aumento e a sofisticação de ataques cibernéticos realizados por grupos criminosos. No Brasil, empresas e instituições passaram a figurar entre os alvos de operações de ransomware e roubo de dados. Além dos prejuízos financeiros, os ataques podem gerar responsabilidades relacionadas à proteção de dados pessoais e exigir comunicação à ANPD e aos titulares afetados.

Nova lei aumenta penas para crimes de violência sexual contra crianças e adolescentes na internet

A Lei 15.487/2026 endureceu as penas para crimes de violência sexual contra crianças e adolescentes, inclusive aqueles praticados pela internet ou com o uso de inteligência artificial. A norma elevou diversas penas, incluiu os crimes no rol dos hediondos, criou mecanismos de investigação digital, como as chamadas “rondas virtuais”, e ampliou a proteção psicológica e psicossocial às vítimas. A legislação também prevê aumento de pena quando houver uso de IA, deepfakes, redes sociais, aplicativos de mensagens ou jogos online para facilitar a prática criminosa.

Alemanha planeja reformar “minijobs” e ampliar contribuição previdenciária

A Alemanha avalia reformar o sistema de “minijobs”, modalidade de trabalho de curta jornada que atende cerca de 7 milhões de pessoas. Entre as propostas estão o fim da possibilidade de renunciar às contribuições previdenciárias e o aumento dos encargos pagos pelas empresas. Sindicatos defendem a mudança por considerarem o modelo precário, enquanto empregadores argumentam que os minijobs garantem flexibilidade ao mercado de trabalho. Estudantes e trabalhadores que dependem dessa modalidade temem redução da renda. O governo alemão ainda deverá definir os detalhes da reforma.

Descubra mais sobre Juristas

Assine agora mesmo para continuar lendo e ter acesso ao arquivo completo.

Continuar lendo