Justiça decreta falência da Oi e determina continuidade provisória dos serviços

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contrato de telefonia
Créditos: Pinkypills / iStock

A Justiça do Rio de Janeiro decretou nesta segunda-feira a falência da operadora Oi. A juíza Simone Gastesi Chevrand, da 7ª Vara Empresarial da Comarca da Capital, entendeu que a empresa está “tecnicamente falida” e “não apresenta mais atividade empresarial suficiente para justificar sua manutenção às custas dos credores”.

Apesar da decretação, parte das operações continuará, de modo provisório: as subsidiárias Oi Soluções, Serede e Tahto seguirão prestando serviços essenciais enquanto ocorre a transição dos contratos para outras empresas.

Nos relatórios anexados ao processo, a gestão judicial da Oi aponta que ela não gera mais caixa suficiente para sustentar suas operações, está inadimplente e descumpriu o Plano de Recuperação Judicial. O endividamento extraconcursal foi estimado em cerca de R$ 1,7 bilhão, enquanto o caixa disponível era inferior a R$ 50 milhões no fim de outubro.

Considerando que a Oi presta serviços de conectividade críticos — como contratos com órgãos públicos, controle de tráfego aéreo e telefonia pública — a administração sugeriu que a liquidação seja feita de forma estruturada, garantindo continuidade provisória dos serviços.

(Com informações do UOL)

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