Bruno Castro

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Bruno Castro, Fundador e CEO da VisionWare – Sistemas de Informação SA.Licenciado em Engenharia Eletrotécnica desde 2000, pela Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra, e Mestre em Engenharia Informática (Segurança Informática), pela mesma faculdade, no ano seguinte. Especialista nas temáticas da Segurança da Informação, Cibersegurança e Investigação Forense. Está credenciado NATO-SECRET e EU-SECRET, e faz parte do grupo de auditores de segurança credenciado pelo Gabinete Nacional de Segurança.

Todos os artigos:

5 anos do RGPD, e agora, o que se segue?

Assinala-se este ano, o 5º aniversário da implementação do RGPD - Regulamento Geral sobre a Proteção de Dados. O RGPD - Regulamento Geral sobre a Proteção de Dados é um regulamento do direito europeu sobre a privacidade e proteção de dados pessoais, aplicável a todos os indivíduos na União Europeia (UE) e Espaço Económico Europeu, tendo sido implementado em 2018.

Aposta cancelada na Ciberdefesa portuguesa

Foi em abril deste ano que vi com grande satisfação a aposta do Governo português na criação do Cyber Academia & Innovation Hub (CAIH), aprovado em decreto-lei resultante do Conselho de Ministros, a 20 de abril. Ora, passado pouco menos de um mês, a oportunidade para darmos um passo de gigante no que se refere a uma estratégia nacional de ciberdefesa “cai por terra” com o anúncio proferido pelo novo Chefe de Estado-Maior-General das Forças Armadas (EMGFA), o qual decidiu abrir um novo concurso público internacional para a criação de uma Escola de Ciberdefesa, anulando por completo o processo de consulta a empresas que já havia sido iniciado há três anos pelo antecessor Almirante Silva Ribeiro.

O avanço e os perigos da Inteligência Artificial: o ChatGPT e a cibersegurança

A Inteligência Artificial (IA) é um dos campos de desenvolvimento tecnológico mais importantes da atualidade. Como muitos referem, a Inteligência Artificial pode ser aplicada para melhorar a qualidade de vida de todos os seres humanos, em vários aspetos.

Rússia vs Ucrânia: guerra que não se vê, mas sente-se

Aquando da invasão russa à Ucrânia, as duas nações entraram em guerra aberta. É certo que há muito que Ucrânia e Rússia não tinham uma relação estável - a escalada de tensões entre os dois países começou em 2014, com a anexação russa da Crimeia - e, segundo vários especialistas, este era um fim expectável. Contudo, este conflito se estende muito além do campo de batalha tradicional, com a utilização da cibersegurança e da ciber inteligência como "novas" armas.

Cyber Warfare: um novo campo de batalha

Imaginar a nossa vida sem Internet é uma missão quase impossível. Ela se tornou tão essencial para nós como a nossa capacidade de respirar ou comer. No entanto, o ciberespaço tem sido cada vez mais visto como uma área de competição e poder, inclusive sendo usado como playground e campo de batalha para guerras abertas entre Estados.

Ciberterrorismo: a nova tática de guerra do século XXI

O mês de outubro é assinalado na União Europeia, há 10 (dez) anos, como o mês da Cibersegurança, contudo, o conceito de ciberterrorismo ganhou destaque muitos anos antes, após o fatídico dia que mudou o mundo e nunca mais nada voltou a ser o que era – o 11 de setembro de 2001. Para além de todo o terror que este dia significou para todo o mundo, expôs também as várias ameaças que estamos todos subjacentes face à cibersegurança neste novo mundo cibernético.

Cibersegurança para todos os meses do ano

Há 10 anos o mês de outubro é chamado de "Mês Anual Europeu de Segurança Cibernética", a iniciativa da Agência Européia de Segurança Cibernética (ENISA) tem o objetivo de alertar sobre os riscos de segurança ao se "viver" no mundo on-line promovendo boas práticas. Uma década depois, do início da campanha na União Europeia, estamos (quase) de volta à estaca zero.

Últimas

STF retoma julgamento sobre vínculo empregatício entre trabalhadores e plataformas digitais

O STF deve retomar o julgamento de processos que discutem o vínculo empregatício entre trabalhadores e plataformas digitais, envolvendo casos da Uber e da Rappi. O Ministério Público do Trabalho defende que a existência de relação de emprego seja analisada individualmente, considerando a realidade da prestação dos serviços, o grau de controle exercido pelas plataformas e o uso de algoritmos. A decisão poderá estabelecer parâmetros para outras relações de trabalho na economia digital e deverá ter impacto relevante sobre processos semelhantes em todo o país.

Discord recorre contra suspensão de transmissões ao vivo determinada pela ANPD

O Discord recorreu da decisão da ANPD que suspendeu transmissões ao vivo e ferramentas de compartilhamento de vídeo no Brasil. A medida foi determinada no contexto de uma investigação sobre a proteção de crianças e adolescentes na plataforma e condicionou a retomada dos recursos à comprovação de medidas de segurança. O recurso apresentado pela empresa está sendo analisado pela agência.

Uso inadequado de medicamentos para obesidade em crianças e adolescentes pode causar riscos à saúde

O uso sem indicação médica ou acompanhamento especializado de medicamentos injetáveis para tratamento da obesidade pode trazer riscos para crianças e adolescentes. Entre as possíveis complicações estão desidratação, distúrbios eletrolíticos, perda de massa muscular, alterações no crescimento e desenvolvimento, pancreatite e problemas na vesícula. O uso exclusivamente estético também pode contribuir para problemas relacionados à imagem corporal e transtornos alimentares. A recomendação é que qualquer tratamento medicamentoso seja individualizado e acompanhado por profissionais de saúde.

STJ reconhece participação de denunciante como terceira interessada em PAD sobre conduta sexual

A Corte Especial do STJ reconheceu que a denunciante pode atuar como terceira interessada em processo administrativo disciplinar que apure supostas condutas sexuais praticadas por servidor público. Segundo o tribunal, a participação da vítima, inclusive com capacidade postulatória, não viola o contraditório, a ampla defesa, a presunção de inocência ou o sigilo dos autos. O entendimento considera as diretrizes do Protocolo para Julgamento com Perspectiva de Gênero do CNJ e busca conciliar a participação da denunciante na apuração dos fatos com as garantias constitucionais do investigado.
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