Justiça determina lacração de Bar Alcione por falta de pagamento de uso de imagem

Data:

Cerveja
Créditos: rez-art / iStock

O Poder Judiciário do Estado do Rio de Janeiro emitiu uma decisão que determina o possível lacramento do “Bar Alcione, A Casa da Marrom”, localizado na Barra da Tijuca, Rio de Janeiro, caso os proprietários não se apresentem à Justiça. A medida é resultado de um processo movido pela renomada cantora Alcione em outubro de 2023, alegando falta de pagamento pelos direitos de uso de imagem.

A artista acusa o empresário Vinícius Correa, responsável pela administração do estabelecimento, de não cumprir com os devidos pagamentos pelos direitos de uso de sua imagem. Em dezembro do mesmo ano, uma liminar já havia determinado que o bar cessasse o uso do nome “Alcione” em qualquer plataforma, física ou virtual, sob a ameaça de multa diária de R$ 5 mil. Os proprietários não acataram a decisão judicial e não responderam às intimações.

Justiça determina lacração de Bar Alcione por falta de pagamento de uso de imagem | Juristas
Cantora Alcione – Academia Brasileira de Cultura. Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil

Diante da falta de resposta, o desembargador André L. M. Marques decidiu aumentar a multa para R$ 10 mil e estabeleceu que, caso os donos do estabelecimento não sejam localizados após três tentativas, o local deverá ser lacrado.

Alcione havia concedido o uso de seu nome ao bar em 2020, com a condição de receber uma parcela dos lucros gerados pelo estabelecimento. No entanto, a cantora alega que os pagamentos estão atrasados e discorda da prestação de contas realizada pela empresa.

A informação é do Estadão, que tentou entrar em contato com o Bar Alcione, mas não obteve resposta até o momento desta publicação.

Com informações do Estadão.


Você sabia que o Portal Juristas está no FacebookTwitterInstagramTelegramWhatsAppGoogle News e Linkedin? Siga-nos!

Participe e receba as postagens diárias do Portal Juristas.

Ao entrar você está ciente e de acordo com os termos de uso e privacidade do Whatsapp.

PARTICIPE DO CANAL
Juristas

Acompanhe o Juristas no Google News

receba as principais notícias jurídicas do Brasil

Seguir no Google
Ricardo Krusty
Ricardo Krusty
Comunicador social com formação em jornalismo e radialismo, pós-graduado em cinema pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN).

Deixe um comentário

Compartilhe

Inscreva-se

Últimas

Recentes
Veja Mais

Golpes em aplicativos de relacionamento usam engenharia social para obter dados biométricos de vítimas

Golpistas estão recorrendo a perfis falsos em aplicativos de relacionamento para estabelecer contato com vítimas e tentar obter imagens, vídeos e outros dados que podem ser utilizados em fraudes envolvendo identidade e biometria. A prática também levanta questões relacionadas à proteção de dados pessoais e à segurança digital.

Ministros do STJ completam 13 anos de atuação com precedentes relevantes em diversas áreas do Direito

Moura Ribeiro, Regina Helena Costa e Rogerio Schietti Cruz completam 13 anos no STJ com atuação marcada por julgamentos relevantes e formação de precedentes. Os ministros se destacam, respectivamente, em matérias de Direito Privado, Direito Público e Direito Penal e Processual Penal.

Cobranças judiciais de dívidas privadas atingem recorde histórico no Brasil em 2025

As cobranças judiciais de dívidas privadas atingiram recorde histórico em 2025, com 1,23 milhão de novos processos de execução de títulos extrajudiciais não fiscais, alta de aproximadamente 60% em relação a 2020. O crescimento ocorre em meio ao aumento do endividamento das famílias e às dificuldades de renegociação extrajudicial. Especialistas apontam fatores como excesso de crédito, juros elevados e dificuldades financeiras de consumidores, empresas e produtores rurais como elementos que contribuem para o aumento da judicialização.

MC Pipokinha é condenada por expor adolescentes a conteúdo sexual durante show em MS

A Justiça de Mato Grosso do Sul condenou MC Pipokinha e outras quatro pessoas ao pagamento conjunto de R$ 162,1 mil por danos morais coletivos, após um show em Corumbá que, segundo o processo, expôs adolescentes a cenas de nudez parcial e simulações de atos sexuais. A cantora deverá pagar R$ 100 mil, enquanto os demais condenados deverão desembolsar R$ 15.525 cada. Os valores serão destinados ao Fundo Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente. Cabe recurso.

Descubra mais sobre Juristas

Assine agora mesmo para continuar lendo e ter acesso ao arquivo completo.

Continuar lendo