MPRJ pede prisão de ex-CEO da Hurb por descumprimento de medidas cautelares

Data:

concurso
Créditos: Andrey Popov | iStock

O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ), por meio da Promotoria de Justiça da 32ª Vara Criminal da Capital, solicitou a prisão preventiva de João Ricardo Mendes, ex-CEO da agência de viagens Hurb, pelo descumprimento de medidas cautelares impostas pela Justiça. O empresário foi detido na segunda-feira (05/01), no Aeroporto Regional de Jericoacoara, no Ceará, portando documento falso e com a tornozeleira eletrônica descarregada.

As medidas cautelares haviam sido impostas após a prisão em flagrante de João Ricardo por furto de obras de arte e outros objetos de um hotel e de um escritório de arquitetura. Em maio de 2025, o MPRJ o denunciou pelos crimes de furto qualificado e adulteração de identificação de veículo, requerendo a manutenção da prisão na época.

Após período em prisão preventiva, a custódia do réu foi substituída por medidas cautelares, incluindo monitoração eletrônica, proibição de se ausentar da cidade sem autorização judicial e apresentação de relatórios médicos mensais no processo.

No pedido de prisão preventiva protocolado nesta terça-feira (06/01), a Promotoria destacou que o episódio ocorrido no Ceará, somado à ausência de apresentação de relatório médico desde setembro de 2025, demonstra o descumprimento reiterado das medidas cautelares e o desrespeito às determinações judiciais.

(Com informações do MPRJ)

Participe e receba as postagens diárias do Portal Juristas.

Ao entrar você está ciente e de acordo com os termos de uso e privacidade do Whatsapp.

PARTICIPE DO CANAL
Juristas

Acompanhe o Juristas no Google News

receba as principais notícias jurídicas do Brasil

Seguir no Google

Deixe um comentário

Compartilhe

Inscreva-se

Últimas

Recentes
Veja Mais

Justiça do Rio nega prisão domiciliar humanitária ao ator José Dumont

A Justiça do Rio de Janeiro negou o pedido de prisão domiciliar humanitária formulado pela defesa do ator José Dumont, de 76 anos. Condenado a dez anos e quatro meses de reclusão pelos crimes de estupro de vulnerável e posse de pornografia infantil, ele permanece cumprindo pena em regime fechado.

STJ admite desvinculação de resultados desabonadores associados ao nome de pessoa

O STJ manteve decisão que determinou a desindexação de resultados considerados desabonadores associados exclusivamente ao nome de uma mulher. Para a Terceira Turma, a medida não representa aplicação do direito ao esquecimento, mas proteção à intimidade e aos dados pessoais. Os conteúdos permanecem disponíveis nos sites de origem e podem ser localizados por outras palavras-chave.

Clubes de futebol se posicionam contra possível proibição das bets

Clubes e federações de futebol se manifestam contra possível proibição dos cassinos on-line e defendem a manutenção do mercado regulado de apostas, com maior fiscalização e combate às plataformas ilegais.

Banco Central altera regras do Pix e amplia mecanismos de segurança

Banco Central aprova novas regras para o Pix, amplia o uso do Pix Automático, regulamenta a cobrança híbrida e reforça as obrigações das instituições financeiras na prevenção e no combate a fraudes.

Descubra mais sobre Juristas

Assine agora mesmo para continuar lendo e ter acesso ao arquivo completo.

Continuar lendo