Direito Processual Penal
Ator tem prisão preventiva decretada em investigação por estupro de vulnerável
A Justiça converteu em prisão preventiva a prisão em flagrante do ator Marco Furlan, investigado por suposto estupro de vulnerável contra uma criança de cinco anos, em Pindamonhangaba (SP). A decisão foi fundamentada nos indícios reunidos pela investigação, que incluem depoimentos da mãe, de testemunhas e dos policiais que atenderam à ocorrência. O caso segue sob investigação.
STF determina abertura de inquérito para investigar supostos crimes de tráfico de influência e corrupção
O ministro André Mendonça, do STF, autorizou a abertura de inquérito para investigar Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, por suposta prática dos crimes de tráfico de influência e corrupção. A investigação, requerida pela Polícia Federal, apura eventual atuação para favorecer o lobista Antônio Carlos Camilo Antunes em negociações relacionadas ao fornecimento de medicamentos à base de canabidiol ao Ministério da Saúde. A defesa nega irregularidades e afirma que não há elementos que vinculem Lulinha aos fatos investigados.
Lei retira do Judiciário competência para multar advogados por ausência em júri, decide STJ
A Sexta Turma do STJ decidiu que, após a entrada em vigor da Lei nº 14.752/2023, juízes não podem mais aplicar multa a advogados por ausência em sessão do Tribunal do Júri. O colegiado entendeu que eventuais infrações dessa natureza devem ser apuradas exclusivamente pela OAB, que detém competência para avaliar a responsabilidade ético-disciplinar dos profissionais.
PF amplia investigação sobre caso Americanas e Justiça autoriza sequestro bilionário de bens
A Justiça Federal autorizou o sequestro de bens de até R$ 54 bilhões em mais uma fase da investigação sobre a fraude contábil nas Americanas. A operação da Polícia Federal cumpre mandados de busca e apreensão e apura possíveis crimes de manipulação de mercado e associação criminosa. As investigações concentram-se em operações de VPC e Risco Sacado, apontadas como mecanismos utilizados para ocultar a real situação financeira da empresa. A apuração também analisa a eventual participação de instituições financeiras no esquema.
CNJ cria grupo para discutir reparação por erros judiciais e tortura policial
O CNJ realizou a primeira reunião do Laboratório Justiça Criminal, Reparação e Não Repetição, criado para desenvolver medidas de prevenção a erros judiciais e aprimorar a produção de provas criminais. O primeiro caso analisado envolve um crime dos anos 1990 com indícios posteriores de tortura policial para obtenção de confissão. O grupo também pretende formular diretrizes para evitar a repetição de falhas no sistema de Justiça.
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