Rede Nacional de Segurança da Informação no Poder Judiciário sai do papel

Data:

Proteção de Dados
Créditos: ipopba / iStock

Após três anos de discussões, a Rede Nacional Colaborativa de Segurança da Informação do Poder Judiciário está finalmente se tornando realidade. Essa iniciativa ganha destaque devido à prioridade que a Justiça se tornou para os cibercriminosos.

A previsão é que essa rede, que terá caráter privado e acesso restrito aos tribunais, esteja operacional ao final dos dois anos de gestão do ministro Luís Roberto Barroso à frente do Conselho Nacional de Justiça. A informação foi divulgada por Ivan Lindenberg, membro do Comitê Gestor de Segurança da Informação do Poder Judiciário Brasileiro (CNJ) e Diretor de Segurança do Departamento da Informação/DESEG da Presidência.

Rede Nacional de Segurança da Informação no Poder Judiciário sai do papel | JuristasConforme Lindenberg em entrevista à CDTV, do portal Convergência Digital, foi necessário estabelecer uma base sólida entre os mais de 90 órgãos de justiça em todo o país. Dada a magnitude, havia um considerável desnivelamento em relação às políticas de segurança da informação. "Estamos caminhando, o momento ainda não é o ideal, mas já se pode pensar em rede colaborativa. Ela é crucial para ajudar no combate aos hackers", pontuou.

Conforme o especialista, os ataques hackers são cada vez mais complexos e por mais que se tenha recursos e equipes, não há mais condição de os tribunais se protegerem sozinhos dos ataques. "A rede colaborativa virá para somar esforços. É muito importante que ela saia do papel e comece a ser implantada. Ela fará a diferença na Segurança da Informação do Poder Judiciário".

Com informações do Portal Convergência Digital.


Você sabia que o Portal Juristas está no FacebookTwitterInstagramTelegramWhatsAppGoogle News e Linkedin? Siga-nos!

Ricardo Krusty
Ricardo Krusty
Comunicador social com formação em jornalismo e radialismo, pós-graduado em cinema pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN).

Deixe um comentário

Compartilhe

Inscreva-se

Últimas

Recentes
Veja Mais

5ª Edição do International Insolvency Law Conference: um encontro de destaques no campo jurídico internacional

Estão oficialmente abertas as inscrições para a 5ª Edição do International Insolvency Law Conference, um evento imperdível que reunirá profissionais e pesquisadores de destaque no campo da insolvência empresarial. Marcado para os dias 7 e 9 de março, este congresso promete ser um ponto de convergência para diálogos significativos e análises profundas sobre temas cruciais relacionados à recuperação judicial, recuperação extrajudicial e falência, tanto em âmbito nacional quanto internacional.

Dono de imóvel no RN será indenizado por concessionária de energia após danos causados em imóvel após troca de poste

A Companhia Energética do Rio Grande do Norte (Cosern) e uma empresa contratada por esta foram condenadas a indenizar um consumidor em R$ 25 mil por danos materiais causados durante a troca de postes no município de Caicó-RN. A decisão da 2ª Vara da comarca também determinou o pagamento de R$ 10 mil por danos morais ao proprietário do imóvel, com juros e correção monetária, pela concessionária de energia. Além disso, foi autorizado o levantamento de R$ 2.700,00 em aluguéis.

Procon-SP notifica Uber para explicar política de preços

O Procon-SP emitiu uma notificação nesta sexta-feira (23) para o aplicativo de transporte Uber, solicitando explicações sobre sua política de preços, conhecida como tarifa dinâmica. Nesse sistema, o valor das corridas pode variar com base na demanda, o que pode impactar especialmente em dias com problemas no transporte público, como interrupções no metrô.

UFSC não é responsável por furto de veículo em estacionamento público, decide justiça

A Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) não será obrigada a indenizar uma ex-funcionária do Hospital Universitário (HU) pelo furto de seu veículo em um estacionamento do campus aberto ao público. A decisão foi tomada pela 5ª Vara Federal de Blumenau, que considerou que, como o local do furto era de acesso público e gratuito, a universidade não tinha o dever de vigilância.