Seringas apreendidas ao lado do Parque do Povo não contêm sangue humano, diz IPC

Data:

Seringas apreendidas ao lado do Parque do Povo
CréditoS: IJzendoorn | iStock

O Instituto de Polícia Científica (IPC) de João Pessoa afirmou que o sangue das quatro seringas apreendidas ao lado do Parque do Povo, em Campina Grande não é humano. A apreensão do material ocorreu durante a investigação do caso das “agulhadas” durante o São João 2018.

 

Saiba mais:

O coordenador do IPC de João Pessoa, coronel Fábio Almeida, afirmou que “que não há perfil genético compatível com sangue humano. Fora isso, não foi feito mais nenhum estudo para saber qual o tipo de sangue, ou qual tipo líquido é. Não foi feito isso, até porque não é sangue humano”. Na primeira análise, notaram que o sangue foi refrigerado.

A Polícia Civil não confirma ainda qualquer relação dessas seringas apreendidas com o caso de “agulhadas” no Parque do Povo, que passou a ser investigado após várias pessoas daram entrada no Hospital de Trauma de Campina Grande ao relatar serem vítimas de agulhadas dentro do Parque do Povo, durante a festa do Maior São João do Mundo.

A Polícia Civil está analisando as imagens das câmeras de segurança para tentar identificar suspeitos. (Com informações do G1.)

Juristas
Juristashttp://juristas.com.br
O Portal Juristas nasceu com o objetivo de integrar uma comunidade jurídica onde os internautas possam compartilhar suas informações, ideias e delegar cada vez mais seu aprendizado em nosso Portal.

Deixe um comentário

Compartilhe

Inscreva-se

Últimas

Recentes
Veja Mais

Modelo de contrato de prestação de serviços de Personal Trainer para Triatetlas

O presente contrato tem por objeto a prestação de serviços de personal trainer especializado em treinamento para triatletas, com o objetivo de melhorar o desempenho do Contratante nas modalidades de natação, ciclismo e corrida.

Empresa de fotos e vídeos condenada por falha em filmagem de casamento

A 13ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) confirmou a decisão da Comarca de Lavras que responsabilizou uma empresa de fotografia e vídeo a pagar R$ 10 mil por danos morais e R$ 1,4 mil por danos materiais a uma noiva, devido a falhas na filmagem de seu casamento.

Homem trans será indenizado por não ter nome social reconhecido em registro bancário

A 18ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) alterou uma decisão inicial e determinou que um banco indenize um homem trans em R$ 10 mil por danos morais devido ao não reconhecimento do seu nome social nos registros bancários.

Justiça condena hospital, plano de saúde e médico a indenizar paciente por erro em cirurgia

A 14ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) confirmou uma decisão da Comarca de Belo Horizonte que responsabiliza um hospital, um médico anestesista e um plano de saúde pelo pagamento de indenizações à uma paciente, totalizando R$ 200 mil, divididos igualmente entre danos morais e estéticos.