ADPF das Favelas: Hugo Motta defende união institucional no combate ao crime organizado após reunião no STF

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Temer discute ações de prevenção e combate ao crime organizado
Créditos: Zolnierek / Shutterstock.com

O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), destacou nesta segunda-feira (10) a necessidade de integração entre as instituições brasileiras no enfrentamento ao crime organizado.

A declaração foi publicada nas redes sociais após uma reunião com o ministro Alexandre de Moraes, o procurador-geral da República, Paulo Gonet, e procuradores de Justiça de todos os estados, realizada no Supremo Tribunal Federal (STF).

O encontro foi convocado por Moraes, relator da ADPF das Favelas – ação que trata da redução da letalidade policial no Rio de Janeiro e da proteção de direitos fundamentais nas operações de segurança pública.

Durante a reunião, Motta e Moraes discutiram o Projeto de Lei Antifacção (PL 5582/25), que está previsto para votação nesta terça-feira (11) no plenário da Câmara.

“Acabo de sair do Supremo Tribunal Federal, onde participei de uma reunião para discutir a pauta da Segurança Pública. Participaram o vice-presidente do STF, ministro Alexandre de Moraes, o procurador-geral da República, Paulo Gonet, e os 27 procuradores de estado do país. O momento é de união das instituições contra o crime organizado”, afirmou Motta.

O presidente da Câmara também informou ter intermediado um encontro entre o relator do PL Antifacção, deputado Guilherme Derrite (PL-SP), e o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, com o objetivo de assegurar que a PF mantenha suas atribuições nas investigações contra o crime organizado.

No fim de semana, Motta já havia afirmado que a segurança pública é uma pauta suprapartidária e uma urgência nacional, ressaltando que o projeto será amplamente debatido e de forma transparente no plenário.

Mais cedo, o ministro Alexandre de Moraes determinou novas medidas para garantir a continuidade das investigações sobre a Operação Contenção, que resultou em mais de 120 mortes no Rio de Janeiro. O magistrado ordenou que o governo estadual encaminhe ao STF os laudos de necrópsia e as imagens das câmeras corporais dos policiais envolvidos na ação.

(Com informações do Juri News – Fonte: Agência Brasil e Agência Câmara de Noticias)

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