Advogado ajuíza ação de R$ 12 bilhões no STF com alegações de organização criminosa internacional e controle mental

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Justiça Militar - Crimes de Tortura
Créditos: Michał Chodyra / iStock

O Supremo Tribunal Federal (STF) recebeu uma ação indenizatória proposta por um advogado que pleiteia o pagamento de R$ 12 bilhões por danos materiais e morais, sob a alegação de ter sido vítima de uma suposta organização criminosa internacional responsável por clonagem de DNA, manipulação genética, controle mental, perseguições e tentativas de homicídio.

Na petição inicial, que possui 59 páginas, o autor também requer que o Judiciário determine a adoção de diversas medidas investigativas e administrativas relacionadas às tecnologias mencionadas na ação.

Ação reúne autoridades, empresas e personalidades entre os réus

Entre os primeiros réus indicados estão a União, a Polícia Federal, o Ministério Público Federal, diversos Estados e respectivas polícias civis, além do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, do ex-presidente Jair Bolsonaro, da Igreja Católica, representada pelo Papa Leão XIV, da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), familiares do autor e outras pessoas físicas.

Posteriormente, o advogado apresentou aditamento à ação para incluir novos demandados, entre eles empresários, artistas e executivos, como Mark Zuckerberg, Eduardo Saverin, Bill Gates, Leonardo DiCaprio, Charlie Sheen, Vinícius Júnior, Ivete Sangalo, Miguel Falabella, Camila Queiroz, Wesley Batista, Elie Horn e André Gerdau Johannpeter, entre outros.

Alegações envolvem suposta organização criminosa internacional

Na narrativa apresentada ao STF, o autor afirma existir uma organização criminosa internacional que utilizaria satélites, robôs e tecnologias avançadas para promover clonagem de DNA, manipulação genética, controle mental, perseguições, violência sexual, desaparecimentos, lavagem de dinheiro e desvio patrimonial.

A petição também sustenta que integrantes desse suposto grupo estariam infiltrados em órgãos públicos, como a Polícia Federal, o Ministério Público e o Poder Judiciário.

Além disso, o advogado afirma que a organização possuiria tecnologia capaz de alterar acontecimentos passados, modificar provas e ocultar crimes.

Segundo o autor, essas informações teriam sido comunicadas à Polícia Federal desde 2023, sem que, em sua avaliação, houvesse investigação adequada. Entre os documentos anexados ao processo consta manifestação anteriormente apresentada à Ouvidoria da Polícia Federal, posteriormente arquivada.

Pedidos incluem investigações e medidas cautelares

Além da indenização bilionária, o advogado requer que a Polícia Federal e as polícias civis dos Estados mencionados instaurem investigações sobre os fatos narrados e apresentem relatórios ao STF.

Também solicita o acompanhamento das apurações pelo Ministério Público Federal, quebra de sigilo telefônico de pessoas indicadas na ação, concessão de medidas protetivas, comunicação dos fatos ao FBI, por intermédio da Embaixada dos Estados Unidos, e produção de todas as provas admitidas em direito.

Entre os pedidos dirigidos à União, o autor também pretende que sejam adotadas medidas relacionadas às tecnologias descritas na ação, como o controle estatal dessas práticas, a criminalização da clonagem de DNA e a proibição de manipulações genéticas.

Novos pedidos ampliam alcance da ação

Em aditamento posterior, o autor ampliou significativamente o rol de réus e passou a requerer, em sede de tutela de urgência, o pagamento de pensões mensais e de percentuais sobre o faturamento de empresas ligadas aos novos demandados.

Os pedidos incluem participação sobre receitas de empresas como Meta, Microsoft, Ambev, Cyrela, Gerdau e Friboi, além de pensões mensais com valores que variam entre R$ 2 mil e R$ 35 mil em relação a determinadas pessoas incluídas na demanda.

Até o momento, não há decisão de mérito sobre a ação, que tramita no STF sob o número PET 16.103. https://portal.stf.jus.br/processos/detalhe.asp?incidente=7599519

(Com informações do Migalhas

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