Polícia do Rio prende suspeito de fingir ser promotor de Justiça

Data:

stf
Créditos: Rawf8 | iStock

Na última sexta-feira (10), a Polícia Civil do Rio de Janeiro prendeu, um homem suspeito de se passar por promotor de Justiça na aplicação de golpes. De acordo com a polícia, Raphael da Silva dos Santos, que foi autuado por crime de estelionato e extorsão, enganava as vítimas com promessas de resolução de pendências judiciais.

A prisão aconteceu em São Gonçalo (RJ), no bairro de Alcântara quando o acusado ia a um estabelecimento comercial para pedir mais dinheiro a um cliente com a justificativa de que pagaria os custos do processo.

Ao ser abordado pelos policiais, ele disse que era promotor de Justiça, mas logo mudou de versão, afirmando ser advogado prestando serviços. Raphael portava uma carteira da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil), uma carteira funcional falsa do Ministério Público e uma arma de mentira.

Em nota, a Polícia Civil diz que “o homem induzia as pessoas a confiarem nele e afirmava que elas ganhariam as ações judiciais que ajuizassem. Para resolver tais pendências, ele solicitava, além dos honorários pelo seu trabalho, o pagamento dos custos do processo”. Uma das vítimas teve um prejuízo de R$ 3.000.

De acordo com informações da TV Globo, a denúncia partiu do ex-policial militar Douglas Roberto Vital Machado, que procurou os serviços do suposto promotor para tentar retornar à corporação. Ele foi expulso da polícia após acusação de envolvimento na morte do pedreiro Amarildo, na Rocinha, na zona sul do Rio.

Segundo as investigações da Policia Civil pelos menos outras quatro pessoas já foram vítimas do golpe do falso promotor, que já tinha outras passagens pela polícia por estelionato e roubo.

Com informações do UOL e G1.


Fique por dentro de tudo que acontece no mundo jurídico no Portal Juristas, siga nas redes sociais: FacebookTwitterInstagram e Linkedin. Participe de nossos grupos no Telegram e WhatsApp. Adquira sua certificação digital e-CPF e e-CNPJ na com a Juristas Certificação Digital, entre em contato conosco por email ou pelo WhatsApp (83) 9 93826000

Participe e receba as postagens diárias do Portal Juristas.

Ao entrar você está ciente e de acordo com os termos de uso e privacidade do Whatsapp.

PARTICIPE DO CANAL
Juristas

Acompanhe o Juristas no Google News

receba as principais notícias jurídicas do Brasil

Seguir no Google
Ricardo Krusty
Ricardo Krusty
Comunicador social com formação em jornalismo e radialismo, pós-graduado em cinema pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN).

Deixe um comentário

Compartilhe

Inscreva-se

Últimas

Recentes
Veja Mais

Leitura de livros contribui para remição de pena de Robinho; entenda como funciona o benefício

A leitura de “Tristão e Isolda”, “Capitães da Areia” e “A Invenção de Hugo Cabret” foi considerada no processo de remição da pena de Robinho. A legislação brasileira permite a redução do tempo de prisão por meio da leitura, estudo e trabalho, desde que cumpridos os requisitos estabelecidos na execução penal. A Resolução nº 391/2021 do CNJ prevê quatro dias de remição para cada obra literária validada, com limite de até 48 dias por período de 12 meses.

Justiça Federal determina que AGU comprove requisitos para representação judicial de Janja

A Justiça Federal do Distrito Federal determinou que a AGU apresente, em 15 dias, documentos que comprovem a base legal e administrativa utilizada para representar Janja em ação popular que questiona gastos públicos com viagens internacionais. A magistrada ainda não concluiu pela irregularidade da representação e aguarda os documentos para avaliar a questão.

Justiça do Trabalho proíbe Rico Melquíades de praticar assédio eleitoral contra empregados

A Justiça do Trabalho determinou que o influenciador Rico Melquíades não pratique assédio eleitoral contra seus empregados. A decisão prevê multa de R$ 300 mil por infração e trabalhador prejudicado em caso de descumprimento. O MPT-AL também ajuizou ação civil pública com pedidos relacionados à liberdade política dos trabalhadores e indenização de R$ 5 milhões por danos morais coletivos.

TJ-RJ responsabiliza banco por fraude em golpe da falsa central de atendimento

O TJ-RJ condenou um banco a restituir R$ 49,9 mil a um cliente vítima do golpe da falsa central de atendimento. O colegiado considerou que o acesso dos fraudadores a informações sigilosas e a ausência de mecanismos eficazes para bloquear movimentações atípicas caracterizaram falha na segurança do serviço. Os danos morais, porém, foram afastados.

Descubra mais sobre Juristas

Assine agora mesmo para continuar lendo e ter acesso ao arquivo completo.

Continuar lendo