Rússia volta a ameaçar bloqueio total do WhatsApp por descumprimento de lei local

Data:

Canal de notícias do Portal Juristas no WhatsApp
Créditos: tashatuvango / Depositphotos

O órgão federal responsável pela fiscalização das comunicações na Rússia voltou a advertir, nesta sexta-feira (28), que poderá impor um bloqueio total ao WhatsApp caso o aplicativo não se adeque às exigências previstas na legislação do país. A informação foi divulgada por agências de notícias russas.

A tensão entre o governo e plataformas de propriedade estrangeira vem se intensificando nos últimos meses. Em agosto, as autoridades passaram a restringir determinadas chamadas no WhatsApp, pertencente ao grupo Meta, e também no Telegram. Segundo o Kremlin, as empresas teriam se recusado a repassar às forças de segurança dados considerados essenciais para investigações relacionadas a fraudes e terrorismo.

Nesta nova advertência, o Roskomnadzor — responsável pelo monitoramento da mídia e da internet — afirmou que o WhatsApp continua descumprindo normas que determinam a cooperação com o governo em casos específicos. O órgão reforçou que a legislação russa exige que plataformas de comunicação facilitem o acesso a informações necessárias para prevenir crimes e que a recusa pode resultar em sanções severas, incluindo o bloqueio completo do serviço em território russo.

A Meta ainda não se pronunciou sobre a nova ameaça. A medida, se implementada, poderá impactar milhões de usuários que utilizam o aplicativo diariamente para comunicação pessoal e profissional no país.

(Com informações do Tilt – UOL)

 

Participe e receba as postagens diárias do Portal Juristas.

Ao entrar você está ciente e de acordo com os termos de uso e privacidade do Whatsapp.

PARTICIPE DO CANAL
Juristas

Acompanhe o Juristas no Google News

receba as principais notícias jurídicas do Brasil

Seguir no Google

Deixe um comentário

Compartilhe

Inscreva-se

Últimas

Recentes
Veja Mais

Meta é alvo de denúncia após anúncios com conteúdo sexual infantil gerado por IA circularem em suas plataformas

Pesquisadores do Tech Transparency Project identificaram mais de 50 anúncios na biblioteca da Meta com imagens de abuso sexual infantil geradas por inteligência artificial e conteúdos sexualizados envolvendo menores. As peças circularam em plataformas como Instagram, Facebook, Messenger e Threads. Após ser questionada, a Meta removeu os anúncios e afirmou estar aprimorando seus sistemas de detecção e combate à exploração sexual infantil.

Advogado preso por suspeita de matar o filho tem inscrição suspensa pela OAB-TO

A OAB do Tocantins suspendeu cautelarmente a inscrição do advogado Igor Gustavo Veloso de Souza, preso sob suspeita de envolvimento na morte do filho de 3 anos. A investigação aponta que a criança apresentava lesões incompatíveis com a hipótese inicial de afogamento e apura possíveis crimes de tortura e homicídio. A defesa do advogado e de sua companheira nega as acusações, enquanto a OAB instaurará procedimento disciplinar para avaliar a conduta profissional do investigado.

STF amplia isenção de IBS e CBS na compra de veículos novos para pessoas com deficiência e autistas de todos os níveis

O STF declarou inconstitucionais as restrições da Lei Complementar nº 214/2025 que limitavam a isenção de IBS e CBS na compra de veículos novos apenas a pessoas com deficiência intelectual grave ou autistas com níveis mais elevados de suporte. Com a decisão, o benefício passa a alcançar pessoas com deficiência intelectual e indivíduos com TEA independentemente do grau da deficiência, desde que cumpridos os demais requisitos legais. A decisão possui efeito vinculante, mas a Receita Federal ainda deverá atualizar seus procedimentos administrativos.

Justiça do Trabalho mantém justa causa de empregado que vendia canetas emagrecedoras no local de trabalho

A Justiça do Trabalho confirmou a dispensa por justa causa de um empregado acusado de vender canetas emagrecedoras nas dependências da empresa. O juiz entendeu que as provas demonstraram a comercialização dos medicamentos e que a conduta expôs a empregadora a riscos administrativos e sanitários. A decisão também determinou o envio de informações à Polícia Federal e à Anvisa para apuração de eventuais irregularidades

Descubra mais sobre Juristas

Assine agora mesmo para continuar lendo e ter acesso ao arquivo completo.

Continuar lendo