Cármen Lúcia mantém tornozeleira em Flordelis

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Investigação contra deputada Flordelis é remetida à justiça estadual
Créditos: jerry2313 | iStock

Foi rejeitado pela ministra Cármen Lúcia, do Supremo Tribunal Federal-STF, o pedido apresentado pela defesa da deputada Flordelis (PSD-RJ) para suspender o uso de tornozeleira eletrônica. A ministra é relatora do processo.

O uso da tornozeleira eletrônica foi determinado em 18 de setembro pela juíza Nearis dos Santos Carvalho Arce, da 3° Vara Criminal de Niterói (RJ), que também impôs um recolhimento domiciliar noturno, obrigando a deputada a permanecer em casa das 23h às 6h.

Em 25 de setembro, o desembargador Celso Ferreira Filho, do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro – TJRJ, também negou a suspensão do uso de tornozeleira, argumentando que o fato de a deputada não ter se apresentado para colocar o equipamento demonstra como ele é, de fato, necessário.

Desde a primeira decisão, demorou 20 dias para que Flordelis aparecesse na Seap (Secretaria de Administração Penitenciária) de São Gonçalo, Região Metropolitana do Rio, para colocar a tornozeleira eletrônica. A parlamentar está usando o aparelho desde quinta-feira (8), depois de ter sido intimada no dia anterior.

Pastora evangélica e cantora gospel, Flordelis é considerada pela Polícia Civil do Rio a mandante do assassinato do próprio marido, o pastor Anderson do Carmo, morto em 16 de junho de 2019, ao chegar em casa.

Com informações do UOL.

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Ricardo Krusty
Ricardo Krusty
Comunicador social com formação em jornalismo e radialismo, pós-graduado em cinema pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN).

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