Investigação sobre Banco Master leva STF a manter prisão de ex-presidente do BRB

Data:

Investigação sobre Banco Master leva STF a manter prisão de ex-presidente do BRB | Juristas
Créditos: loongar | iStock

O Supremo Tribunal Federal já registra dois votos favoráveis à manutenção da prisão do ex-presidente do Banco Regional de Brasília (BRB), Paulo Henrique Costa, no âmbito de investigação sobre supostas fraudes envolvendo o Banco Master.

Até o momento, os ministros André Mendonça e Luiz Fux votaram pela continuidade da prisão. O julgamento ocorre em sessão virtual da Segunda Turma e segue aberto até o fim da sexta-feira (24). O colegiado também é composto pelos ministros Dias Toffoli, Gilmar Mendes e Nunes Marques.

A prisão foi decretada após a deflagração da quarta fase da Operação Compliance Zero, conduzida pela Polícia Federal. A investigação apura possíveis irregularidades no Banco Master e uma tentativa de aquisição da instituição pelo BRB, banco público controlado pelo governo do Distrito Federal.

Segundo os investigadores, Paulo Henrique Costa teria articulado com o banqueiro Daniel Vorcaro o recebimento de aproximadamente R$ 146,5 milhões em propina, valor que seria pago por meio de imóveis.

A defesa do ex-dirigente, no entanto, nega as acusações e sustenta que ele não recebeu qualquer quantia indevida durante o período em que esteve à frente da instituição financeira.

(Com informações da Agência Brasil por Felipe Pontes)

Participe e receba as postagens diárias do Portal Juristas.

Ao entrar você está ciente e de acordo com os termos de uso e privacidade do Whatsapp.

PARTICIPE DO CANAL
Juristas

Acompanhe o Juristas no Google News

receba as principais notícias jurídicas do Brasil

Seguir no Google

Deixe um comentário

Compartilhe

Inscreva-se

Últimas

Recentes
Veja Mais

Câmeras com IA identificam comportamentos suspeitos e reacendem debate sobre vigilância

Câmeras de monitoramento, tradicionalmente utilizadas para registrar ocorrências e...

Inteligência artificial amplia ataques cibernéticos e coloca empresas brasileiras na mira de grupos criminosos

O avanço da inteligência artificial generativa tem contribuído para o aumento e a sofisticação de ataques cibernéticos realizados por grupos criminosos. No Brasil, empresas e instituições passaram a figurar entre os alvos de operações de ransomware e roubo de dados. Além dos prejuízos financeiros, os ataques podem gerar responsabilidades relacionadas à proteção de dados pessoais e exigir comunicação à ANPD e aos titulares afetados.

Nova lei aumenta penas para crimes de violência sexual contra crianças e adolescentes na internet

A Lei 15.487/2026 endureceu as penas para crimes de violência sexual contra crianças e adolescentes, inclusive aqueles praticados pela internet ou com o uso de inteligência artificial. A norma elevou diversas penas, incluiu os crimes no rol dos hediondos, criou mecanismos de investigação digital, como as chamadas “rondas virtuais”, e ampliou a proteção psicológica e psicossocial às vítimas. A legislação também prevê aumento de pena quando houver uso de IA, deepfakes, redes sociais, aplicativos de mensagens ou jogos online para facilitar a prática criminosa.

Alemanha planeja reformar “minijobs” e ampliar contribuição previdenciária

A Alemanha avalia reformar o sistema de “minijobs”, modalidade de trabalho de curta jornada que atende cerca de 7 milhões de pessoas. Entre as propostas estão o fim da possibilidade de renunciar às contribuições previdenciárias e o aumento dos encargos pagos pelas empresas. Sindicatos defendem a mudança por considerarem o modelo precário, enquanto empregadores argumentam que os minijobs garantem flexibilidade ao mercado de trabalho. Estudantes e trabalhadores que dependem dessa modalidade temem redução da renda. O governo alemão ainda deverá definir os detalhes da reforma.

Descubra mais sobre Juristas

Assine agora mesmo para continuar lendo e ter acesso ao arquivo completo.

Continuar lendo