Gestão do Conhecimento Judiciário otimiza acesso a leis, atos normativos e jurisprudência

Data:

Modelo de Documento
Créditos: Sophie_James / Depositphotos

A Diretoria de Gestão do Conhecimento Judiciário (DGJud) do Tribunal de Justiça de São Paulo é responsável pela gestão de milhares de dispositivos legais disponíveis para pesquisa em seu site. A DGJud facilita a consulta de leis, portarias, provimentos, jurisprudência e outros atos normativos relevantes para a atividade jurídica, catalogando todo o material em uma ferramenta de pesquisa simples e intuitiva. Atualmente, o sistema conta com mais de 85 mil normas cadastradas, incluindo legislação federal, estadual e municipal, além de 37 mil atos normativos do próprio TJSP.

Os usuários podem utilizar filtros para a pesquisa, como palavras-chave, período de publicação, tipo ou número da norma, órgão expedidor e matéria. A página também oferece filtros pré-definidos para buscas rápidas. O acervo jurisprudencial é outro destaque do portal, que disponibiliza um sistema de busca de acórdãos selecionados pelos magistrados e a publicação bimestral da Revista Eletrônica de Jurisprudência. A doutrina também conta com acesso facilitado pela DGJud, que disponibiliza um sistema de busca para obras e artigos nas bibliotecas físicas.

A diretora da DGJud, Luciana Vassalo Cano Garcia, acredita que o desafio é ampliar o acesso ao sistema e divulgar cada vez mais suas funcionalidades. A equipe da DGJud é formada por servidores especializados, que atuam nas bibliotecas, publicações, divulgação, jurisprudência, legislação e pesquisa, entre outras atividades. Para Luciana, o êxito do trabalho se deve ao empenho da equipe, que está sempre pronta para atender e suportar magistrados e servidores na pesquisa.

Com informações do Tribunal de Justiça de São Paulo – TJSP

Participe e receba as postagens diárias do Portal Juristas.

Ao entrar você está ciente e de acordo com os termos de uso e privacidade do Whatsapp.

PARTICIPE DO CANAL
Juristas

Acompanhe o Juristas no Google News

receba as principais notícias jurídicas do Brasil

Seguir no Google

Deixe um comentário

Compartilhe

Inscreva-se

Últimas

Recentes
Veja Mais

Ministros do STJ completam 13 anos de atuação com precedentes relevantes em diversas áreas do Direito

Moura Ribeiro, Regina Helena Costa e Rogerio Schietti Cruz completam 13 anos no STJ com atuação marcada por julgamentos relevantes e formação de precedentes. Os ministros se destacam, respectivamente, em matérias de Direito Privado, Direito Público e Direito Penal e Processual Penal.

Cobranças judiciais de dívidas privadas atingem recorde histórico no Brasil em 2025

As cobranças judiciais de dívidas privadas atingiram recorde histórico em 2025, com 1,23 milhão de novos processos de execução de títulos extrajudiciais não fiscais, alta de aproximadamente 60% em relação a 2020. O crescimento ocorre em meio ao aumento do endividamento das famílias e às dificuldades de renegociação extrajudicial. Especialistas apontam fatores como excesso de crédito, juros elevados e dificuldades financeiras de consumidores, empresas e produtores rurais como elementos que contribuem para o aumento da judicialização.

MC Pipokinha é condenada por expor adolescentes a conteúdo sexual durante show em MS

A Justiça de Mato Grosso do Sul condenou MC Pipokinha e outras quatro pessoas ao pagamento conjunto de R$ 162,1 mil por danos morais coletivos, após um show em Corumbá que, segundo o processo, expôs adolescentes a cenas de nudez parcial e simulações de atos sexuais. A cantora deverá pagar R$ 100 mil, enquanto os demais condenados deverão desembolsar R$ 15.525 cada. Os valores serão destinados ao Fundo Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente. Cabe recurso.

Homem é condenado em Taiwan por usar robô aspirador para filmar esposa sem consentimento

Um homem em Taiwan foi condenado a cinco meses de prisão e multado após usar remotamente um robô aspirador com câmera para filmar a esposa em momentos íntimos com outro homem. Embora as imagens tenham sido utilizadas em uma ação civil sobre infidelidade, a Justiça considerou ilegal a gravação por violar o direito à privacidade da mulher, ressaltando que o casamento não elimina a proteção à intimidade.

Descubra mais sobre Juristas

Assine agora mesmo para continuar lendo e ter acesso ao arquivo completo.

Continuar lendo