TRF3 reforma sentença e nega pedido de porte de arma a advogado

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Créditos: Zim286 | iStock

A 6ª Turma do Tribunal Regional Federal da 3ª Região (TRF3) reformou sentença e negou a um advogado o direito ao porte de arma de fogo. O pedido havia sido indeferido anteriormente pela Superintendência Regional da Polícia Federal no Estado de São Paulo.

O advogado impetrou mandado de segurança na 5ª Vara Cível Federal de São Paulo/SP. A sentença julgou procedente o pedido e determinou a expedição de porte de arma, sob o fundamento de ter o impetrante cumprido os requisitos da Lei Federal nº 10.826/03.

Alegando violação da discricionariedade administrativa na concessão do porte de arma, a União recorreu ao TRF3 (Apelação nº 5012503-83.2017.4.03.6100), afirmando ser descabida a análise pelo Judiciário a respeito da profissão do autor do processo, que não é considerada atividade de risco.

O relator, desembargador federal Toru Yamamoto, ressaltou que a concessão é ato discricionário da Administração Pública. “No caso, não há prova da ilegalidade da atuação administrativa, cuja decisão foi motivada devidamente”, concluiu.

O colegiado seguiu o entendimento do relator de que não houve prova da ilegalidade da atuação do órgão público e por unanimidade, deu provimento à apelação da União, negando o porte de arma ao advogado.

Com informações do Tribunal Regional Federal da 3ª Região.

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Ricardo Krusty
Ricardo Krusty
Comunicador social com formação em jornalismo e radialismo, pós-graduado em cinema pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN).

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