Nos EUA, democratas propõem medidas antitruste para tentar quebrar o poder das chamadas ‘Big Techs’

14
juízes
Créditos: Scyther5 | iStock

As empresas de tecnologia têm enfrentado uma série de questionamentos sejam de ordem ética ou legal. Em encontro promovido pela Câmara dos Representantes (equivalente à Câmara dos Deputados nos Estados Unidos) foram propostas medidas antitruste para tentar quebrar o poder dos gigantes da tecnologia dos EUA às chamadas Big Techs, tais como Amazon, Apple, Google e Facebook.

Segundo analistas, as recomendações do relatório são reformas dramáticas que podem levar à dissolução das empresas de tecnologia. Uma delas impede que as empresas de tecnologia possuam diferentes ramos de negócios.

No painel liderado por deputados do Partido Democrata foi apresentado um relatório que afirma que essas empresas se tornaram o tipo de monopólio comparado era dos barões do petróleo e magnatas das ferrovias. Segundo o relatório “Essas empresas têm muito poder, e esse poder deve ser refreado e sujeito à supervisão e fiscalização adequadas. Nossa economia e democracia estão em jogo.”

Deputados, democratas em sua maioria, cobram das companhias respostas a questões atuais como fake news, vício no uso de aplicativos e até fiscais, como o uso de um sistema tributário como o uso de um sistema tributário altamente desonerado na Irlanda para burlar o Fisco americano.

Nos Estados Unidos, um terço dos cidadãos acha que as empresas de tecnologia não são regulamentadas o suficiente, de acordo com um estudo recente da FleishmanHillard. Nos últimos meses, os CEOs das companhias compareceram algumas vezes ao Congresso para tentar convencer os parlamentares de que as empresas não oferecem risco à população.

Em 28 de outubro, menos de uma semana antes da eleição presidencial americana segundo o site Politico.com, CEOs do Facebook, Google e Twitter vão testemunhar perante o Comitê de Comércio do Senado, quando serão abordados temas como as proteções de responsabilidade que as empresas de internet desfrutam lá, como também a privacidade de dados e consolidação de mídia.

Com informações do UOL e Veja.

DEIXE UMA RESPOSTA