Comarca da PB utiliza whatsapp para agilizar audiência de conciliação e encerrar processo

Data:

A audiência foi na Comarca de Pedras de Fogo – PB.

audiência
Créditos: Mattia Marasco | iStock

Uma ação de alimentos que tramitava na Comarca de Pedras de Fogo foi encerrada no último dia 19 de dezembro com o auxílio do aplicativo de mensagem Whatsapp.

Na audiência conciliatória, que foi conduzida pela juíza Higyna Josita Simões de Almeida, estava presente apenas a parte autora. O acordo foi iniciado a partir de uma ligação telefônica para o réu, que sugeriu o valor para a pensão e foi aceito pela requerente.

A magistrada fixou o valor do pagamento de pensão alimentícia para os filhos do réu e enviou o termo da audiência via Whatsapp, encerrando o processo por meio de conciliação.

“O Poder Judiciário deve se aproximar cada vez mais das pessoas, além de buscar meios para agilizar a resposta que o cidadão espera quando necessita resolver seus litígios através da Justiça”, pontuou a juíza, acrescentando que uma Justiça célere se faz utilizando os meios disponíveis e que, no caso em questão, o Whatsapp se encaixou bem.

A juíza defende a regulamentação pelo Tribunal de Justiça da Paraíba de um aplicativo que possa ser utilizado em audiências de conciliação, citando como exemplo o programa “Justiça Digital”, desenvolvido pelo Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ). (Com informações do Tribunal de Justiça da Paraíba.)

 

Participe e receba as postagens diárias do Portal Juristas.

Ao entrar você está ciente e de acordo com os termos de uso e privacidade do Whatsapp.

PARTICIPE DO CANAL
Juristas

Acompanhe o Juristas no Google News

receba as principais notícias jurídicas do Brasil

Seguir no Google
Juristas
Juristashttp://juristas.com.br
O Portal Juristas nasceu com o objetivo de integrar uma comunidade jurídica onde os internautas possam compartilhar suas informações, ideias e delegar cada vez mais seu aprendizado em nosso Portal.

Deixe um comentário

Compartilhe

Inscreva-se

Últimas

Recentes
Veja Mais

Justiça do Rio nega prisão domiciliar humanitária ao ator José Dumont

A Justiça do Rio de Janeiro negou o pedido de prisão domiciliar humanitária formulado pela defesa do ator José Dumont, de 76 anos. Condenado a dez anos e quatro meses de reclusão pelos crimes de estupro de vulnerável e posse de pornografia infantil, ele permanece cumprindo pena em regime fechado.

STJ admite desvinculação de resultados desabonadores associados ao nome de pessoa

O STJ manteve decisão que determinou a desindexação de resultados considerados desabonadores associados exclusivamente ao nome de uma mulher. Para a Terceira Turma, a medida não representa aplicação do direito ao esquecimento, mas proteção à intimidade e aos dados pessoais. Os conteúdos permanecem disponíveis nos sites de origem e podem ser localizados por outras palavras-chave.

Clubes de futebol se posicionam contra possível proibição das bets

Clubes e federações de futebol se manifestam contra possível proibição dos cassinos on-line e defendem a manutenção do mercado regulado de apostas, com maior fiscalização e combate às plataformas ilegais.

Banco Central altera regras do Pix e amplia mecanismos de segurança

Banco Central aprova novas regras para o Pix, amplia o uso do Pix Automático, regulamenta a cobrança híbrida e reforça as obrigações das instituições financeiras na prevenção e no combate a fraudes.

Descubra mais sobre Juristas

Assine agora mesmo para continuar lendo e ter acesso ao arquivo completo.

Continuar lendo