Plataformas de internet serão responsáveis pelo conteúdo publicado na UE

Data:

Legislação aprovada pelo bloco quer reforçar direitos autorais

ue
Créditos: Stadtratte | iStock

Plataformas de internet serão responsáveis pelo conteúdo publicado por seus usuários na Europa. É o que preveem as novas regras aprovadas nesta terça-feira (26/3) pelo Parlamento Europeu.

A ideia é reforçar o poder de criadores e da imprensa para negociar contratos de licenças com plataformas como o Facebook e o Google, exigindo a remuneração de artistas e jornalistas, mas também dar garantias de liberdade de expressão. De acordo com o texto, as plataformas poderão ser responsabilizadas pelas postagens de seus usuários caso elas violem leis de direitos autorais.

Entretanto, ficam livres o uso de trechos de obras e a criação de paródias – como memes e citações para fins de crítica ou pedagógicos. O objetivo é que as plataformas não lucrem sem compensar devidamente os criadores. A mudança também pretende estabelecer meios para que essas companhias sejam processadas caso elas ou seus usuários infrinjam as normas.

A diretiva vai agora à aprovação final do Conselho da União Europeia. Em seguida, os Estados-Membros terão dois anos para torná-las parte da legislação nacional de seus países.

Para saber mais, clique aqui.

Notícia produzida com informações da Assessoria de Imprensa do Parlamento Europeu

Participe e receba as postagens diárias do Portal Juristas.

Ao entrar você está ciente e de acordo com os termos de uso e privacidade do Whatsapp.

PARTICIPE DO CANAL
Juristas

Acompanhe o Juristas no Google News

receba as principais notícias jurídicas do Brasil

Seguir no Google
Caio Proença
Caio Proença
Jornalista pela Cásper Líbero. Trabalhou em O Diário do Pará, R7.com, Estadão/AE e Portal Brasil.

Deixe um comentário

Compartilhe

Inscreva-se

Últimas

Recentes
Veja Mais

STF retoma julgamento sobre uso da metragem dos imóveis no cálculo do IPTU

O STF retomou a análise de recurso apresentado por Chapecó (SC) contra decisão que considerou inconstitucional a definição da alíquota do IPTU com base na área construída do imóvel. O julgamento pode repercutir sobre legislações municipais, critérios de tributação e pedidos de restituição, além de suscitar debates sobre segurança jurídica e eventual modulação dos efeitos da decisão.

Ministro do STJ suspende julgamento de desapropriação após crítica de advogada a caso considerado “absurdo”

O ministro Afrânio Vilela, do STJ, pediu vista de processo sobre indenização por desapropriação após uma advogada classificar o caso como “absurdo”. A controvérsia envolve a ampliação da área considerada para o cálculo indenizatório, e o julgamento foi suspenso para que o magistrado reexamine os fundamentos de sua posição.

EUA anunciam transmissão ao vivo da execução de militar condenado por ataque em base do Texas

O Pentágono anunciou que a execução de Nidal Malik Hasan, condenado pelo assassinato de 13 pessoas na base militar de Fort Hood, no Texas, está prevista para 3 de dezembro de 2026 e poderá ser transmitida ao vivo. O procedimento deverá ocorrer por fuzilamento, mas as autoridades ainda não divulgaram detalhes sobre a transmissão. O anúncio reacendeu o debate sobre a pena de morte e a publicidade das execuções nos Estados Unidos

TJDFT mantém condenação de concessionária de cemitério por furto de motocicleta

O TJDFT manteve a condenação de uma concessionária de cemitérios pelo furto de uma motocicleta em uma de suas unidades. A 7ª Turma Cível identificou falhas no dever de vigilância, apesar da previsão contratual de segurança armada 24 horas por dia. O tribunal entendeu que a terceirização do serviço não afasta a responsabilidade da concessionária. A indenização de R$ 16.174,00 por danos materiais foi mantida, com correção monetária e juros. A decisão foi unânime.

Descubra mais sobre Juristas

Assine agora mesmo para continuar lendo e ter acesso ao arquivo completo.

Continuar lendo