Cliente que teve WhatsApp clonado será indenizada pela Claro

Data:

Claro indenizará cliente em R$20 mil

claro whatsapp
Créditos: HStocks | iStock

Uma cliente da empresa de telefonia Claro processou a empresa por ter seu aplicativo de mensagens WhatsApp clonado em duas linhas diferentes. Ela receberá R$ 20.000,00 (vinte mil reais) em indenização.

De acordo com a decisão da 22ª Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP), a Claro S/A cometeu falha na prestação de serviços.

O juízo de primeiro grau julgou parcialmente procedente, com indenização fixada em R$ 5.000,00 (cinco mil reais). A cliente recorreu da decisão, que foi majorada para R$ 30.000,00 (trinta mil reais).

Claro
Claro S/A

O Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo (TJSP), então, reconsiderou a alegação da cliente e apontou a falha na prestação de serviços da Claro S/A, assim como o transtorno gerado, definindo em R$ 20.000,00 (vinte mil reais) o valor da indenização a título de danos morais.

Nos autos, a cliente alegou que teve uma primeira linha telefônica clonada; o fraudador utilizou seu WhatsApp e tentou se passar por ela para pedir dinheiro a seus contatos. Ao procurar a empresa, ela foi orientada a adquirir uma nova linha e um aparelho celular novo, a fim de diminuir as chances de outro golpe. No entanto, uma semana depois, o WhatsApp da nova linha telefônica móvel também foi clonado.

(Com informações do TecMundo)

Jurisprudência envolvendo o aplicativo WhatsApp do Facebook
Créditos: Tumisu / Pixabay
Participe e receba as postagens diárias do Portal Juristas.

Ao entrar você está ciente e de acordo com os termos de uso e privacidade do Whatsapp.

PARTICIPE DO CANAL
Juristas

Acompanhe o Juristas no Google News

receba as principais notícias jurídicas do Brasil

Seguir no Google
Juristas
Juristashttp://juristas.com.br
O Portal Juristas nasceu com o objetivo de integrar uma comunidade jurídica onde os internautas possam compartilhar suas informações, ideias e delegar cada vez mais seu aprendizado em nosso Portal.

Deixe um comentário

Compartilhe

Inscreva-se

Últimas

Recentes
Veja Mais

Justiça do Rio nega prisão domiciliar humanitária ao ator José Dumont

A Justiça do Rio de Janeiro negou o pedido de prisão domiciliar humanitária formulado pela defesa do ator José Dumont, de 76 anos. Condenado a dez anos e quatro meses de reclusão pelos crimes de estupro de vulnerável e posse de pornografia infantil, ele permanece cumprindo pena em regime fechado.

STJ admite desvinculação de resultados desabonadores associados ao nome de pessoa

O STJ manteve decisão que determinou a desindexação de resultados considerados desabonadores associados exclusivamente ao nome de uma mulher. Para a Terceira Turma, a medida não representa aplicação do direito ao esquecimento, mas proteção à intimidade e aos dados pessoais. Os conteúdos permanecem disponíveis nos sites de origem e podem ser localizados por outras palavras-chave.

Clubes de futebol se posicionam contra possível proibição das bets

Clubes e federações de futebol se manifestam contra possível proibição dos cassinos on-line e defendem a manutenção do mercado regulado de apostas, com maior fiscalização e combate às plataformas ilegais.

Banco Central altera regras do Pix e amplia mecanismos de segurança

Banco Central aprova novas regras para o Pix, amplia o uso do Pix Automático, regulamenta a cobrança híbrida e reforça as obrigações das instituições financeiras na prevenção e no combate a fraudes.

Descubra mais sobre Juristas

Assine agora mesmo para continuar lendo e ter acesso ao arquivo completo.

Continuar lendo