Ministro Nunes Marques toma posse como presidente do TSE

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Créditos: Mik_photo | iStock

O ministro Nunes Marques tomou posse nesta terça-feira (12) como presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e reafirmou o compromisso da Corte com a realização de eleições transparentes, seguras e em conformidade com os princípios democráticos nas Eleições Gerais de 2026.

Durante o discurso de posse, o magistrado destacou que a Justiça Eleitoral atuará com firmeza para garantir a normalidade democrática, o respeito às instituições e a confiança da população no processo eleitoral.

Segundo o novo presidente do TSE, a soberania popular deve permanecer como fundamento central da democracia brasileira. “Que jamais percamos de vista uma verdade essencial: o destino da democracia brasileira continuará a ser escrito pela vontade livre e soberana do povo brasileiro”, afirmou.

A cerimônia foi conduzida pela ministra Cármen Lúcia, que deixou a presidência da Corte Eleitoral após um ano e 11 meses de gestão. Após assumir o cargo, Nunes Marques empossou o ministro André Mendonça como vice-presidente do tribunal.

A sessão solene ocorreu no plenário do TSE e contou com a presença de autoridades dos três Poderes, entre elas o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva; o presidente do Supremo Tribunal Federal, Edson Fachin; o presidente do Senado Federal, Davi Alcolumbre; o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta; e o presidente nacional da OAB, Beto Simonetti. O ex-presidente da República José Sarney também participou da solenidade.

Eleitos para os cargos em abril deste ano, Nunes Marques e André Mendonça serão responsáveis pela condução das Eleições Gerais de 2026. O mandato do novo presidente do TSE seguirá até maio de 2027.

Em seu pronunciamento, Nunes Marques ressaltou ainda a importância do voto eletrônico e reafirmou a segurança e eficiência das urnas eletrônicas. O ministro também destacou que a liberdade no exercício do voto depende do amplo acesso à informação e da ausência de pressões políticas ou econômicas sobre os eleitores.

Segundo o presidente do TSE, cabe à Justiça Eleitoral garantir que cada voto seja computado como expressão legítima da soberania popular, assegurando um processo eleitoral transparente e confiável.

(Com informações do TSE)

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