TJSC prepara diretrizes para se adequar à LGPD

Data:

Tribunal de Justiça de Santa Catarina prepara diretrizes para se adaptar à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD)

Tribunal de Justiça de Santa CatarinaA coordenadora do Comitê Gestor de Proteção de Dados do Tribunal de Justiça de Santa Catarina (TJSC), desembargadora Denise de Souza Luiz Francoski, apresentou no dia 16 de agosto de 2019), na Sala de Sessões Ministro Teori Zavascki, as ações desenvolvidas pelo comitê.

Para uma plateia composta de representantes da Corregedoria-Geral da Justiça, da Diretoria-Geral Administrativa, Diretoria-Geral Judiciária e demais diretorias vinculadas, Denise Francoski falou sobre a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) e as diretrizes que serão utilizadas pelo Tribunal de Justiça de Santa Catarina (TJSC) para se adequar à nova legislação, que entrará em vigor no próximo ano.

Composto de magistrados e servidores da área técnica e vinculado à Presidência do TJSC, o comitê tem como responsabilidade avaliar os mecanismos de tratamento e proteção dos dados existentes e pela proposição de ações voltadas a seu aperfeiçoamento.

“O Tribunal possui um imenso banco de dados pessoais e a LGPD impõe que sejam tomados cuidados especiais com o tratamento dessas informações”, destacou a desembargador Denise de Souza Luiz Francoski.

“Embora a lei entre em vigor somente em agosto do ano que vem, o trabalho de conformidade é exaustivo e demandará desde já todos os setores administrativos e judiciais do Tribunal de Justiça”, afirmou.

O evento contou também com a participação do procurador-geral de Justiça do Ministério Público do Estado de Santa Catarina (MPSC), Fernando Comin.

(Com informações do Tribunal de Justiça de Santa Catarina – TJSC)

TJSC - LGPD - Proteção de Dados
Créditos: steved_np3 / iStock
Participe e receba as postagens diárias do Portal Juristas.

Ao entrar você está ciente e de acordo com os termos de uso e privacidade do Whatsapp.

PARTICIPE DO CANAL
Juristas

Acompanhe o Juristas no Google News

receba as principais notícias jurídicas do Brasil

Seguir no Google

Deixe um comentário

Compartilhe

Inscreva-se

Últimas

Recentes
Veja Mais

Ministros do STJ completam 13 anos de atuação com precedentes relevantes em diversas áreas do Direito

Moura Ribeiro, Regina Helena Costa e Rogerio Schietti Cruz completam 13 anos no STJ com atuação marcada por julgamentos relevantes e formação de precedentes. Os ministros se destacam, respectivamente, em matérias de Direito Privado, Direito Público e Direito Penal e Processual Penal.

Cobranças judiciais de dívidas privadas atingem recorde histórico no Brasil em 2025

As cobranças judiciais de dívidas privadas atingiram recorde histórico em 2025, com 1,23 milhão de novos processos de execução de títulos extrajudiciais não fiscais, alta de aproximadamente 60% em relação a 2020. O crescimento ocorre em meio ao aumento do endividamento das famílias e às dificuldades de renegociação extrajudicial. Especialistas apontam fatores como excesso de crédito, juros elevados e dificuldades financeiras de consumidores, empresas e produtores rurais como elementos que contribuem para o aumento da judicialização.

MC Pipokinha é condenada por expor adolescentes a conteúdo sexual durante show em MS

A Justiça de Mato Grosso do Sul condenou MC Pipokinha e outras quatro pessoas ao pagamento conjunto de R$ 162,1 mil por danos morais coletivos, após um show em Corumbá que, segundo o processo, expôs adolescentes a cenas de nudez parcial e simulações de atos sexuais. A cantora deverá pagar R$ 100 mil, enquanto os demais condenados deverão desembolsar R$ 15.525 cada. Os valores serão destinados ao Fundo Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente. Cabe recurso.

Homem é condenado em Taiwan por usar robô aspirador para filmar esposa sem consentimento

Um homem em Taiwan foi condenado a cinco meses de prisão e multado após usar remotamente um robô aspirador com câmera para filmar a esposa em momentos íntimos com outro homem. Embora as imagens tenham sido utilizadas em uma ação civil sobre infidelidade, a Justiça considerou ilegal a gravação por violar o direito à privacidade da mulher, ressaltando que o casamento não elimina a proteção à intimidade.

Descubra mais sobre Juristas

Assine agora mesmo para continuar lendo e ter acesso ao arquivo completo.

Continuar lendo