Direito Penal

Coronel acusado de matar esposa PM será julgado pelo Júri, afirma presidente do STM

O coronel acusado de matar a esposa, também PM, será julgado pelo Tribunal do Júri, já que a Justiça Militar não possui Júri, segundo a presidente do STM. O caso envolve feminicídio qualificado e fraude processual.

Padre é condenado a quase três anos de prisão por violação sexual mediante fraude

Um padre da Ilha dos Valadares, em Paranaguá (PR), foi condenado a 2 anos e 11 meses de prisão pelo crime de violação sexual mediante fraude, após se aproveitar da confiança da vítima durante atendimentos espirituais em 2022. A decisão considerou provas como depoimentos, fotos e registros da igreja. O réu cumprirá pena em regime semiaberto, e foi determinado pagamento de indenização de R$ 1,5 mil. Medidas cautelares, como recolhimento do passaporte e afastamento da função, permanecem vigentes.

STF vai decidir se constrangimento da vítima em audiência de estupro pode anular provas

O STF analisará se provas em processos de crimes sexuais podem ser anuladas quando a vítima sofre constrangimento ou violação de seus direitos fundamentais durante o depoimento. O caso envolve A.C.A., acusado de estuprar M.B.F., que relatou humilhações e insinuações sexuais na audiência sem intervenção do juiz ou promotor. O julgamento definirá os limites do contraditório e da ampla defesa, reforçando a proteção da dignidade da vítima e prevenindo revitimização, em alinhamento com leis recentes e o Protocolo do CNJ de Perspectiva de Gênero.

Senado tipifica vicaricídio como crime hediondo com pena de 20 a 40 anos

O Senado aprovou projeto que tipifica o vicaricídio — assassinato de filhos ou pessoas próximas para causar sofrimento a mulheres — como crime hediondo, com pena de 20 a 40 anos de reclusão e multa. A medida cria um tipo penal autônomo, fortalece a proteção às vítimas e permite aumento de pena em casos de agravantes, como presença da mulher, vítima vulnerável ou descumprimento de medida protetiva. O projeto segue para sanção presidencial.

Professora da Unicamp investigada por furto de vírus obtém liberdade provisória com restrições

A professora da Unicamp, Soledad Palameta Miller, suspeita de subtração e manipulação de amostras virais, obteve liberdade provisória com medidas cautelares, como comparecimento mensal em juízo, proibição de acessar laboratórios, restrição de viagens e fiança de dois salários-mínimos. A juíza considerou suas condições pessoais favoráveis e ausência de antecedentes, afastando a necessidade de prisão preventiva por enquanto.

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