Direito Trabalhista

TST valida pagamento de custas processuais realizado em instituição bancária diversa do BB e da Caixa

A 6ª Turma do TST afastou a deserção de recurso trabalhista após reconhecer a validade do pagamento de custas processuais realizado em banco diverso do Banco do Brasil ou da Caixa Econômica Federal. O colegiado entendeu que, com a utilização de GRU com código de barras, o valor pode ser corretamente destinado à União independentemente da instituição financeira utilizada, desde que não haja prejuízo processual ou financeiro.

TRT-12 afasta responsabilidade de empregado incluído fraudulentamente como sócio de empresa

: A 2ª Turma do TRT-12 afastou a responsabilidade de um ex-empregado por dívidas trabalhistas de uma empresa após reconhecer que ele havia sido incluído fraudulentamente no contrato social como sócio. Com base em decisão judicial transitada em julgado que declarou nula sua condição societária e reconheceu o vínculo empregatício, o colegiado manteve sua exclusão da execução e afastou as medidas constritivas incidentes sobre seus bens e proventos.

TST mantém indenização por investigação da vida pessoal de trabalhador

O TST manteve a condenação da Prosegur ao pagamento de R$ 15 mil por danos morais a motorista de carro-forte submetido a investigação sobre sua vida pessoal. O Tribunal considerou que a prática violava direitos de personalidade e que o valor da indenização era proporcional ao dano.

Assédio sexual e moral no ambiente de trabalho fundamenta condenação de empresa

A Justiça do Trabalho condenou uma empresa de consultoria em recursos humanos a pagar R$ 60 mil a uma trabalhadora vítima de assédio sexual e moral. O primeiro episódio envolveu investidas de cunho sexual praticadas por um colega, que acabou dispensado após investigação interna. Posteriormente, a trabalhadora passou a sofrer cobranças e críticas vexatórias de um superior. A decisão também reconheceu litigância de má-fé das empresas e aplicou multa de 10% sobre o valor da causa.

TST eleva indenização a gerente sequestrado para abrir cofre de banco

A Segunda Turma do TST aumentou de R$ 50 mil para R$ 300 mil a indenização por danos morais devida pelo Bradesco a um gerente administrativo que foi sequestrado com a família para ser obrigado a abrir o cofre da agência onde trabalhava. O colegiado considerou a gravidade do crime e as sequelas psicológicas provocadas no trabalhador, incluindo estresse pós-traumático e depressão, e entendeu que o valor deveria ser compatível com a extensão do dano e possuir caráter pedagógico.

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