Advogados brasileiros podem atuar em outros países

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Em 2004, foi aprovado o projeto do Coadem (Conselho dos Colégios e Ordens de Advogados do Mercosul) que regulamenta a atuação transfronteira de advogados na comunidade latino-americana. Créditos: Sebboy12 | iStock Em outras palavras, os profissionais de Direito nacionais de países do Mercosul não precisam revalidar o diploma para atuar em membros da comunidade latino-americana. Ele precisa somente estar inscrito no órgão de classe, demonstrar aptidão profissional, submeter-se ao Código de Ética do país em que pretende atuar e ser apresentado por um advogado atuante no país de destino. Apesar de não atuar diretamente nos tribunais estrangeiros, o advogado brasileiro pode atuar como consultor, junto a um advogado nacional.   Outros países também possuem regras sobre a atuação de advogados brasileiros. Europa Em Portugal, a porta de entrada dos advogados brasileiros na Europa, a OAB possui um convênio com a Ordem portuguesa: nossos profissionais podem se registrar lá sem estágios ou exames. Para tanto, é preciso ter um domicílio de trabalho, um escritório que se interessa por contratar o brasileiro. Em seguida, é só adotar os trâmites burocráticos para se registrar na Ordem. A partir do registro em Portugal, é mais fácil atuar em outros países europeus. Porém, cada um

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