Direito Constitucional
Supremo analisará limites da religião na prática psicológica
O Supremo Tribunal Federal julgará norma do Conselho Federal de Psicologia que proíbe o uso de religião na prática psicológica. O caso foi levado ao plenário após destaque do ministro Edson Fachin, e o relator Alexandre de Moraes votou pela validade da regra.
STF avalia fim do inquérito das fake news
O presidente do STF, Edson Fachin, afirmou que o possível encerramento do inquérito das fake news está em debate entre os ministros. Criado em 2019 para investigar ataques à Corte, o procedimento é considerado importante para a defesa da democracia, embora agora haja चर्चा sobre sua continuidade ou finalização.
STF analisa norma que limita uso de religião na psicologia
O STF analisa a Resolução 7/2023 do Conselho Federal de Psicologia, que proíbe o uso da religião como técnica terapêutica, associação a métodos psicológicos ou publicidade profissional. O relator, ministro Alexandre de Moraes, votou pela constitucionalidade, afirmando que a norma protege a ciência da psicologia e a liberdade religiosa dos pacientes, sem interferir na fé dos psicólogos.
Magistrado compara salário com médico do SUS
Um juiz de São Mateus do Sul (PR) desabafou publicamente antes de uma sessão do Tribunal do Júri, afirmando que sua remuneração, mesmo com contracheque líquido de R$ 120 mil, é inferior à de médicos do SUS, e que a carreira da magistratura está desvalorizada. Ele destacou sua formação, a longa jornada de trabalho e anunciou a intenção de deixar o cargo, possivelmente migrando para a advocacia e atuando em casos como a Lava Jato. O desabafo ocorre após decisão do STF que limitou benefícios adicionais da magistratura, mantendo o teto de R$ 46.366,19 e estabelecendo regras para transparência e padronização de pagamentos a partir de maio de 2026.
Por 8 votos a 2, STF derruba prorrogação da CPMI do INSS
Por 8 votos a 2, STF derruba prorrogação da CPMI do INSS
O Supremo Tribunal Federal decidiu, por 8 votos a 2, impedir a prorrogação da CPMI do INSS, determinando o encerramento dos trabalhos.
A maioria dos ministros acompanhou divergência ao relator André Mendonça, que defendia a extensão do prazo. Apenas ele e Luiz Fux votaram a favor.
A comissão investigava irregularidades em benefícios do INSS e foi alvo de críticas por vazamento de informações sigilosas.
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