Direito Eleitoral

Globo cancela debate presidencial após decisões do TSE e do STF alterarem regras do programa

A TV Globo cancelou o debate presidencial previsto para 1º de outubro após decisões do TSE e do STF alterarem regras previamente estabelecidas para o programa. As determinações envolveram a ausência de Lula, a proibição de exibição do púlpito reservado ao candidato e a inclusão de Renan Santos na relação de participantes. A desistência de Flávio Bolsonaro também contribuiu para a decisão de cancelamento.

TSE mantém retirada de posts que vinculavam Flávio Bolsonaro a suposta mudança do título de Padroeira

O TSE manteve a remoção de conteúdos que associavam Flávio Bolsonaro a uma suposta tentativa de retirar de Nossa Senhora Aparecida o título de Padroeira do Brasil. O julgamento discutiu os limites entre liberdade de expressão, desinformação e atuação da Justiça Eleitoral.

TSE julga posts sobre Nossa Senhora Aparecida e Flávio Bolsonaro

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) analisa nesta quarta-feira (30) a decisão do ministro André Mendonça que determinou a remoção de publicações que associavam Flávio Bolsonaro a uma suposta iniciativa envolvendo o título de Padroeira do Brasil atribuído a Nossa Senhora Aparecida. A questão passou por decisões divergentes dos ministros Flávio Dino e Luiz Fux, do STF, e será examinada pelo colegiado do TSE no contexto das Eleições de 2026.

Registro de candidatura é indeferido pelo TRE-AL após condenação por agressão contra mulher

O TRE-AL, por 4 votos a 3, indeferiu o registro de candidatura de João Francisco de Assis Neto, o Dr. João Neto, ao cargo de deputado federal nas Eleições 2026. A decisão levou em consideração condenação criminal confirmada em segunda instância por lesão corporal contra uma mulher. O colegiado entendeu que os efeitos da condenação impedem, neste momento, o registro da candidatura.

MPE-AL pede investigação de Rico Melquíades por possível coação eleitoral de funcionária

O Ministério Público Eleitoral de Alagoas solicitou à Polícia Federal a abertura de investigação para apurar possível coação eleitoral envolvendo o influenciador Rico Melquíades e funcionárias de seu estabelecimento. A apuração considera se o poder decorrente da relação de emprego teria sido utilizado para pressionar escolhas políticas das trabalhadoras. O caso poderá ser submetido à Justiça Eleitoral para eventual adoção de medidas preventivas.

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