Direito Penal

STJ apura uso de prompt injection por escritório ligado à defesa de hacker do PJe

Uma banca de advocacia investigada pelo uso de prompt injection em petições enviadas ao Superior Tribunal de Justiça (STJ) também atuou na defesa de um hacker acusado de invadir o sistema PJe e alterar documentos judiciais. O escritório admitiu que 41 peças processuais continham comandos ocultos voltados a influenciar sistemas de inteligência artificial, mas afirmou que a inserção desse conteúdo teria sido feita por um ex-funcionário.

Denúncia sobre venda de sentenças no STJ avança no STF

O STF decidiu manter na Corte o julgamento da denúncia contra nove ex-servidores do STJ acusados de participar de esquema de venda de sentenças. A PGR aponta crimes como corrupção, organização criminosa e violação de sigilo. Segundo a PF, os investigados acessavam indevidamente minutas de votos para repassar informações privilegiadas a terceiros.

Após infarto, advogado de Dr. Jairinho retoma defesa no Tribunal do Júri

O advogado de Dr. Jairinho, Fabiano Tadeu Lopes, anunciou que retornará ao julgamento do caso Henry Borel poucos dias após sofrer um infarto. O júri segue no Rio de Janeiro e apura a responsabilidade de Jairinho e Monique Medeiros pela morte do menino de 4 anos, ocorrida em 2021. Delegados ouvidos no processo afirmaram que a versão apresentada pelos réus era uma “farsa ensaiada”.

Justiça de Portugal solta brasileiro apontado como um dos principais traficantes do PCC

A Justiça portuguesa soltou Ygor Daniel Zago, o “Hulk”, apontado como um dos principais integrantes do PCC envolvidos no tráfico internacional de drogas e em fraudes no setor de combustíveis. A liberação ocorreu após o vencimento do prazo legal para extradição. No Brasil, ele responde a investigações por lavagem de dinheiro, adulteração de combustíveis e ligação com um esquema bilionário atribuído à facção criminosa.

Mulher é condenada por ocultar união estável para continuar recebendo pensão militar

A Justiça Federal condenou uma mulher de Canoas (RS) por estelionato após ela omitir união estável para continuar recebendo pensão destinada a filhas solteiras de militar. Segundo a sentença, a beneficiária sabia das regras do benefício e ocultou deliberadamente a convivência com o companheiro para manter os pagamentos. A pena foi fixada em dois anos e dois meses de reclusão, substituída por prestação pecuniária de cinco salários mínimos.

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