Direito Penal
Operação da PCDF apura fraude em falsos consórcios que fez ao menos diversas vítimas
A Polícia Civil do Distrito Federal deflagrou a segunda fase da Operação Falsa Promessa, que investiga um esquema de falsos consórcios responsável por lesar ao menos 45 pessoas e movimentar cerca de R$ 22 milhões entre 2023 e 2025. A operação cumpriu seis mandados de prisão preventiva, bloqueou R$ 14 milhões em bens e identificou a participação de oito empresas de fachada e 13 investigados, incluindo um funcionário do BRB. O banco afirmou que o caso não possui qualquer relação com suas atividades institucionais.
Advogado que concordou com condenação do próprio cliente é encontrado morto
O advogado Rodrigo Pantaleão foi encontrado morto em Florianópolis dias após viralizar por concordar, durante uma audiência, com o pedido de condenação do próprio cliente. A Polícia Civil investiga as circunstâncias da morte, enquanto a OAB de Santa Catarina acompanha o caso. O episódio reacendeu discussões sobre ética profissional, defesa técnica e garantias constitucionais no processo penal.
STJ autoriza remição de pena por aprovação no Enem e Encceja mesmo para presos com diploma superior
A 3ª Seção do STJ fixou tese segundo a qual presos podem obter remição de pena pela aprovação no Enem ou no Encceja mesmo que já possuíssem ensino médio ou diploma superior antes do início do cumprimento da pena. O Tribunal entendeu que a aprovação durante a execução penal representa esforço educacional autônomo, mas vedou a concessão de nova remição com base no mesmo fato gerador, para evitar bis in idem.
Vereador é preso em operação que apura lavagem de dinheiro do PCC em empresa de ônibus em SP
O MP-SP e a Polícia Civil deflagraram a operação “Última Parada”, que investiga um suposto esquema de lavagem de dinheiro do PCC por meio da empresa de ônibus Transunião. A ação resultou na prisão temporária do vereador Senival Pereira de Moura (PT) e no cumprimento de mais de 100 mandados de busca e apreensão. A Justiça determinou o bloqueio de até R$ 194 milhões em bens, além da apreensão de veículos, imóveis e embarcações. A investigação também aponta possível uso da empresa para movimentação de recursos ilícitos e evolução patrimonial incompatível.
Nego Di é condenado a 14 anos de prisão por estelionato, lavagem de dinheiro e loteria ilegal
A Justiça condenou o influenciador Nego Di a 14 anos e 6 meses de prisão por estelionato, lavagem de dinheiro, uso de documento falso e promoção de loteria ilegal, além de multa. Sua esposa também foi condenada a 8 anos e 4 meses de reclusão por participação no esquema. Segundo a sentença, o casal operava rifas virtuais fraudulentas, com simulação de sorteios, ocultação de valores e movimentação financeira superior a R$ 2,5 milhões, atingindo milhares de vítimas.
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