Demissão de funcionário com câncer não caracteriza discriminação

93
TRT3 julgou improcedente reclamação de trabalhador demitido de telecom Demissão de funcionário com câncer de próstata não caracteriza discriminação. Este é o entendimento da 9ª Turma do Tribunal Regional do Trabalho da 3ª Região (TRT3). Créditos: Brian A Jackson / shutterstock.com A corte detalhou que a Súmula 443 do TST classifica como dispensa discriminatória a demissão de trabalhador diagnosticado com o vírus HIV ou qualquer outra doença que suscite estigma ou preconceito. Nesses casos, a lei prevê a reintegração do trabalhador. Segundo o entendimento do TRT3, embora tenha graves consequências para a saúde humana, o câncer de próstata não se enquadra como uma doença capaz de estigmatizar os pacientes. De acordo com os autos, o funcionário foi demitido da empresa de telecomunicações junto com mais de 20 pessoas em 2015. Na ocasião, ele já havia se submetido a cirurgia para retirar a próstata. Não houve afastamento pelo Instituo Nacional de Seguro Social (INSS). “O conjunto probatório evidencia que, quando da dispensa, o reclamante já havia retirado a próstata, estando apto para o trabalho, não havendo qualquer indício de que a empresa tivesse conhecimento da evolução da doença”, afirma a sentença. PJe – 0010422-96.2017.5.03.0109 Clique aqui para acessar a decisão. Notícia

Este conteúdo é restrito para usuários cadastrados do site e é GRÁTIS. Cadastre-se GRATUITAMENTE e tenha acesso já ao conteúdo. Se já for cadastrado, faça o login. Para novos usuários basta preencher o cadastro.

Login de usuários cadastrados
   
Cadastro de Novo Usuário
*Required field