Direito Penal

PM aposenta tenente-coronel preso por feminicídio de soldado em São Paulo

A Polícia Militar de São Paulo oficializou a transferência para a reserva do tenente-coronel Geraldo Leite Rosa Neto, acusado de matar a soldado Gisele Alves Santana. A medida, equivalente à aposentadoria na carreira militar, foi criticada pela defesa da família da vítima. A corporação afirma que a decisão segue a legislação e não impede a continuidade dos processos criminal e administrativo em andamento.

Justiça do Rio permite saída de advogada argentina acusada de ofensas racistas em bar

O Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro autorizou a advogada argentina Agostina Páez, acusada de injúria racial contra funcionários de um bar em Ipanema, a retornar ao seu país de origem após o encerramento da instrução processual. A decisão condiciona a viagem ao pagamento de caução de R$ 97 mil e à manutenção das obrigações processuais perante a Justiça brasileira.

STJ anula julgamento do Júri após réu ser impedido de usar roupas civis em plenário

O ministro Reynaldo Soares da Fonseca, do STJ, anulou julgamento que condenou um homem a 14 anos de prisão por homicídio qualificado após concluir que não houve justificativa concreta para impedir o acusado, preso preventivamente, de comparecer ao Tribunal do Júri com roupas civis. Para a Corte, a restrição comprometeu a plenitude de defesa e exige a realização de novo julgamento.

Tribunal encerra caso Henry Borel com condenação de Jairinho e reconhecimento de perdão judicial a Monique

Após o mais longo julgamento da história do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, o ex-vereador Jairinho foi condenado a 43 anos, 9 meses e 20 dias de prisão pela morte de Henry Borel. Já Monique Medeiros, mãe da criança, teve a acusação de homicídio doloso desclassificada, foi condenada por tortura por omissão e recebeu perdão judicial, sob o entendimento de que já sofreu severas consequências pessoais e sociais em decorrência do caso.

TJ-SP mantém condenação de réus por estelionato contra idoso em fraude eletrônica

O TJ-SP manteve a condenação de dois réus por estelionato contra idoso em esquema de fraude eletrônica que causou prejuízo superior a R$ 300 mil. O colegiado confirmou a pena de seis anos e três meses de reclusão, além de multa e indenização, reconhecendo que a fraude foi estruturada por meios digitais e ligações telefônicas.

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