Saúde Pública

Anvisa determina recolhimento do suplemento Peptistrong por falta de avaliação sanitária

A Anvisa determinou o recolhimento de todos os lotes do suplemento Peptistrong e suspendeu sua fabricação, venda, distribuição, propaganda e uso. A medida foi adotada porque o ingrediente principal, a proteína de fava hidrolisada, não havia passado por avaliação prévia de segurança sanitária para utilização em alimentos.

Ministério da Saúde atualiza regras para doação de sangue no Brasil

As novas regras para doação de sangue entraram em vigor nesta quarta-feira (30) em todo o Brasil. A Portaria GM/MS nº 11.685/2026 reduz períodos de impedimento temporário e amplia a análise individual dos candidatos. Entre as mudanças estão novos prazos para quem fez tatuagem ou procedimentos estéticos, alterações para usuários de medicamentos da classe dos agonistas de GLP-1, possibilidade de doação por doadores regulares acima de 70 anos e novos critérios para pessoas com histórico de câncer, doenças da tireoide e determinadas infecções. As medidas buscam ampliar o número de doadores sem alterar os requisitos de segurança transfusional.

Canetas emagrecedoras poderão ser oferecidas pelo SUS para pacientes com obesidade

O Ministério da Saúde avalia a disponibilização de medicamentos GLP-1 pelo SUS para pacientes com obesidade. Estudos com 250 pacientes deverão fornecer dados sobre segurança e eficácia do tratamento e subsidiar a elaboração de protocolo clínico para eventual oferta dos medicamentos na rede pública.

Nova caneta de semaglutida da EMS recebe registro da Anvisa

A Anvisa aprovou o registro do Yluméc, nova caneta de semaglutida da EMS indicada para o tratamento do diabetes tipo 2. O medicamento foi registrado como similar, na modalidade “clone”, tendo o Ozivy como produto matriz. Antes de chegar às farmácias, o produto ainda deverá passar pela definição de preço máximo pela CMED.

Conselho Federal de Medicina regulamenta uso de inteligência artificial na medicina e estabelece novas responsabilidades para médicos

A Resolução CFM nº 2.454/2026 entrou em vigor e estabeleceu regras nacionais para o uso de inteligência artificial na medicina. A norma determina que a tecnologia seja utilizada como ferramenta de apoio, subordinada ao julgamento médico, e prevê responsabilidades éticas para os profissionais. A regulamentação alcança aplicações como IA generativa, sistemas de apoio clínico e ferramentas utilizadas na elaboração de documentos médicos. Especialistas apontam, contudo, desafios relacionados à governança, à certificação das tecnologias e à extensão da competência do CFM sobre instituições e empresas.

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