Direito do Consumidor

MPDFT aciona Virginia Fonseca e Blaze por suposta publicidade abusiva de apostas durante a Copa do Mundo

O MPDFT ajuizou ação civil pública contra Virginia Fonseca e a Blaze, alegando publicidade abusiva e indução de consumidores a apostas esportivas durante a Copa do Mundo de 2026. O órgão pede a remoção de conteúdos promocionais considerados irregulares e indenização por danos morais coletivos de, no mínimo, R$ 120 milhões. A influenciadora e a empresa negam irregularidades e afirmam que apresentarão suas defesas no processo.

Justiça determina reativação de perfil comercial no Instagram e condena Facebook por danos morais

A Justiça de São Paulo determinou que o Facebook restabeleça o perfil comercial de um pub no Instagram após concluir que a conta foi desativada sem justificativa específica. A decisão reconheceu a aplicação do Código de Defesa do Consumidor, destacou o dever de transparência das plataformas digitais e condenou a empresa ao pagamento de R$ 5 mil por danos morais.

Justiça de Brasília determina que Apple substitua AirPods Pro com vício oculto, mesmo após fim da garantia

A Justiça do Distrito Federal determinou que a Apple substitua um AirPods Pro que apresentou vício oculto após o fim da garantia contratual. O magistrado entendeu que a responsabilidade do fornecedor permanece quando o defeito é oculto e compatível com falha de fabricação, especialmente em produtos duráveis. O pedido de indenização por danos morais foi negado.

Audiência no Senado defende restrições à publicidade de bets e alerta para impactos sociais

Em audiência pública realizada no Senado Federal, parlamentares, especialistas e representantes da sociedade civil defenderam restrições mais rigorosas à publicidade das apostas esportivas, especialmente quando promovidas por influenciadores digitais, atletas e clubes de futebol. Os participantes apontaram que a ampla divulgação das bets contribui para o aumento da ludopatia, do superendividamento e dos problemas de saúde mental, atingindo principalmente grupos vulneráveis. O debate reforça a necessidade de aperfeiçoamento da regulamentação do setor, com foco na proteção do consumidor, na responsabilidade publicitária e na prevenção dos impactos sociais das apostas on-line.

Dependência em apostas leva mãe a cobrar responsabilização de empresas e influenciadores

A professora Vânia de Souza Borges passou a atuar na conscientização sobre os riscos da ludopatia após perder o filho em decorrência da dependência em apostas on-line. Ela defende a responsabilização civil de empresas e influenciadores que promovem plataformas de bets, criticando a publicidade que associa apostas ao enriquecimento fácil. O caso reacende o debate sobre a regulamentação do setor, a proteção do consumidor, a responsabilidade na publicidade digital e a necessidade de ampliar políticas públicas de prevenção e tratamento da dependência em jogos de azar.

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