Notícias
STF derruba trechos da nova Lei de Improbidade e reforça mecanismos de combate à corrupção
O STF prosseguiu com o julgamento das ADIs 7156 e 7236, que questionam pontos da reforma da Lei de Improbidade Administrativa promovida pela Lei nº 14.230/2021. A Corte declarou inconstitucionais dispositivos que restringiam o bloqueio de bens, limitavam a atuação dos juízes, exigiam manifestação prévia dos tribunais de contas e afastavam a responsabilidade solidária pelo ressarcimento ao erário. O Tribunal também reafirmou a natureza civil da ação de improbidade e manteve a possibilidade de responsabilização de partidos políticos com base na Lei de Improbidade. O julgamento ainda não foi concluído.
Falha na vigilância de creche municipal gera responsabilidade civil do Estado, decide TJSP.
A 8ª Câmara de Direito Público do TJSP manteve a responsabilização do Município de Casa Branca após uma criança conseguir sair sozinha de uma creche municipal sem que os funcionários percebessem. O menino foi encontrado posteriormente fora da instituição, acompanhado por pessoas desconhecidas. O colegiado reconheceu a falha no dever de vigilância e fixou em R$ 30 mil a indenização por danos morais devida aos pais e à criança. A decisão foi unânime.
Anac autoriza novas companhias aéreas estrangeiras e amplia oferta de voos internacionais para o Brasil
A Anac autorizou as companhias estrangeiras Wamos Air (Espanha) e Air Peace (Nigéria) a operar voos regulares de passageiros e carga com origem e/ou destino no Brasil. A medida, baseada no Código Brasileiro de Aeronáutica, visa ampliar a conectividade internacional e promover maior concorrência no setor aéreo brasileiro.
TJDFT confirma extinção de processo por descumprimento de determinação judicial e uso abusivo do direito de ação
O TJDFT manteve a extinção de ação ajuizada contra instituição financeira por descumprimento de ordem de emenda da petição inicial e indícios de fracionamento de demandas. O tribunal entendeu que a parte não apresentou documentos essenciais e adotou prática incompatível com os deveres de boa-fé e cooperação processual, ao propor ações semelhantes de forma repetida.
Plataforma digital deve reativar conta e indenizar usuário por desativação indevida de perfil
A Justiça do Rio Grande do Norte condenou uma plataforma de rede social a reativar conta de usuário no Instagram e pagar R$ 2 mil por danos morais após suspensão sem justificativa concreta. O juízo entendeu que houve falha na prestação de serviço, com violação ao Código de Defesa do Consumidor, já que a empresa não comprovou a alegada infração nem apresentou motivação específica para o bloqueio do perfil.
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