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Justiça reconhece dupla maternidade em inseminação caseira e determina retificação de registro civil

A Justiça de Mato Grosso do Sul reconheceu a dupla maternidade de uma criança concebida por inseminação caseira e determinou a retificação do registro civil para inclusão da mãe não gestante. A decisão considerou o planejamento familiar, a convivência do casal e precedentes do STF e STJ sobre o tema.

TJ-MS mantém indenização a professora exposta por prefeito em vídeo nas redes sociais

A 5ª Câmara Cível do TJ-MS confirmou a condenação do município de Paranaíba ao pagamento de R$ 10 mil por danos morais a uma professora que teve seu nome exposto em vídeo publicado pelo então prefeito nas redes sociais. O colegiado entendeu que a divulgação pública, associada a críticas sobre atestados médicos, violou direitos da personalidade da servidora e causou prejuízos à sua honra e intimidade. A indenização fixada em primeira instância foi mantida por ser considerada proporcional ao dano sofrido.

Justiça de SC ordena transferência de elefanta para santuário após ação civil pública

A Justiça de Santa Catarina determinou a transferência de uma elefanta de um parque em Penha para o Santuário de Elefantes Brasil, no Mato Grosso, após ação civil pública. A decisão considerou estudos técnicos e reconheceu os animais como seres sencientes, concluindo que o santuário oferece melhores condições de bem-estar e adaptação. O envio deverá ocorrer em até 60 dias, com acompanhamento veterinário e monitoramento pós-transferência.

Presidente do STF aponta vulnerabilidades da IA e cobra mecanismos de controle

Durante evento sobre Direito Civil e vulnerabilidades algorítmicas, o presidente do STF e do CNJ, Edson Fachin, alertou para os riscos decorrentes da opacidade, dos vieses e da concentração de poder nos sistemas de inteligência artificial. O ministro defendeu maior transparência, auditabilidade e supervisão humana nas decisões automatizadas, além do fortalecimento de mecanismos de governança e proteção dos direitos fundamentais frente ao avanço tecnológico.

Limites da atuação de estagiários em tribunais voltam ao debate após decisão do TJ-RO

A autorização para que estagiários de Direito realizem sustentação oral voltou ao centro do debate jurídico após decisão do TJ-RO. Embora o Estatuto da Advocacia permita a prática de determinados atos sob supervisão de advogado, o Regulamento Geral da OAB restringe a atuação autônoma dos estagiários. A controvérsia gira em torno da possibilidade de extensão dessa atuação a atos de maior complexidade, como a sustentação oral, especialmente em tribunais superiores, onde prevalece o entendimento de que a capacidade postulatória plena é requisito indispensável para a representação processual.

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