Quem são os ministros do STJ? Conheça a formação e a trajetória profissional de cada integrante da Corte

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Superior Tribunal de Justiça - STJ
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Com experiências na magistratura, na advocacia, no Ministério Público, na administração pública e na docência, os atuais ministros do Superior Tribunal de Justiça (STJ) apresentam percursos profissionais marcados pela diversidade e pela especialização jurídica.

O Superior Tribunal de Justiça (STJ) ocupa posição central na estrutura do Poder Judiciário brasileiro. Conhecido como o “Tribunal da Cidadania”, cabe ao STJ uniformizar a interpretação da legislação federal infraconstitucional, examinando matérias que alcançam praticamente todos os campos do Direito.

A Constituição Federal estabelece que a Corte seja integrada por, no mínimo, 33 ministros, escolhidos entre desembargadores dos Tribunais Regionais Federais, desembargadores dos Tribunais de Justiça, advogados e membros do Ministério Público. Os candidatos devem possuir mais de 35 e menos de 70 anos, notável saber jurídico e reputação ilibada. Depois do processo de formação da lista e da escolha pelo presidente da República, a indicação depende da aprovação da maioria absoluta do Senado Federal. 

Em junho de 2026, o plenário do STJ contava com 32 ministros em atividade e uma cadeira vaga. A composição reunia profissionais provenientes da magistratura estadual e federal, do Ministério Público e da advocacia, muitos dos quais também desenvolveram carreiras acadêmicas, administrativas e institucionais. 

Conheça, a seguir, a trajetória curricular dos ministros que integram atualmente o Superior Tribunal de Justiça (STJ).

Ministro do STJ - Francisco Falcão
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Superior Tribunal de Justiça (STJ)

1. Ministro Francisco Falcão

Ministro Francisco Cândido de Melo Falcão Neto é natural do Recife, em Pernambuco. Graduou-se em Direito pela Universidade Federal de Pernambuco e iniciou sua vida profissional na advocacia, tendo também exercido funções no Ministério Público antes de ingressar na magistratura federal.

Sua carreira judicial foi consolidada no Tribunal Regional Federal da 5ª Região. Como magistrado federal, adquiriu ampla experiência no julgamento de questões administrativas, tributárias, previdenciárias e constitucionais. Posteriormente, tornou-se desembargador federal do TRF5, tribunal no qual exerceu atividades jurisdicionais e administrativas.

Francisco Falcão tomou posse no STJ em 30 de junho de 1999, em vaga destinada a integrante de Tribunal Regional Federal. Ao longo da carreira na Corte, exerceu funções de elevada responsabilidade institucional, entre elas a Presidência do STJ e do Conselho da Justiça Federal.

Também foi corregedor nacional de Justiça, função exercida no âmbito do Conselho Nacional de Justiça, além de ter integrado o Tribunal Superior Eleitoral. Sua trajetória combina experiência jurisdicional, administração judiciária e participação em órgãos de cúpula do Poder Judiciário.

Ministra do Superior Tribunal de Justiça - Nancy Andrighi
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Superior Tribunal de Justiça (STJ)

2. Ministra Nancy Andrighi

Ministra Fátima Nancy Andrighi nasceu em Soledade, no Rio Grande do Sul. Formou-se em Direito e construiu praticamente toda a sua carreira na magistratura do Distrito Federal e dos Territórios.

Ingressou na judicatura como juíza de Direito e atuou em diferentes unidades jurisdicionais, acumulando experiência em matérias cíveis, familiares, comerciais e consumeristas. Posteriormente, foi promovida ao cargo de desembargadora do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios.

Nancy Andrighi tomou posse no Superior Tribunal de Justiça em 27 de outubro de 1999. Foi a primeira mulher a integrar a Corte desde a sua criação, representando um marco histórico para a participação feminina nos tribunais superiores brasileiros.

Além da atividade jurisdicional, desenvolveu intensa atuação institucional em projetos de conciliação, mediação, proteção dos consumidores e modernização do Judiciário. Também exerceu o cargo de corregedora nacional de Justiça e integrou o Tribunal Superior Eleitoral.

A ministra mantém atuação acadêmica como palestrante, professora convidada e participante de publicações jurídicas. Sua trajetória profissional está especialmente ligada ao direito civil, ao direito de família, ao direito empresarial, às relações de consumo e ao processo civil.

Ministro João Otávio de Noronha - STJ
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3. Ministro João Otávio de Noronha

Ministro João Otávio de Noronha é natural de Três Corações, em Minas Gerais. Graduou-se em Direito e iniciou sua carreira na advocacia, desenvolvendo durante muitos anos atividades jurídicas relacionadas ao setor bancário.

Atuou no Banco do Brasil, onde exerceu funções de advogado e dirigente jurídico. Essa experiência proporcionou contato aprofundado com questões contratuais, empresariais, financeiras, bancárias e processuais.

Sua trajetória também inclui atividades acadêmicas. Noronha foi professor, palestrante e autor de trabalhos jurídicos, conjugando a prática profissional com a reflexão sobre temas do direito privado e do processo civil.

Ingressou no STJ em 3 de dezembro de 2002, em vaga destinada à advocacia. Na Corte, exerceu a Presidência do Tribunal e do Conselho da Justiça Federal, além de ter ocupado a Vice-Presidência.

Também foi corregedor nacional de Justiça, ministro do Tribunal Superior Eleitoral e corregedor-geral da Justiça Eleitoral. Seu currículo reúne, portanto, experiência na advocacia empresarial, na docência, na jurisdição superior e na administração do Poder Judiciário.

Ministro do STJ - Humberto Martins
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4. Ministro Humberto Martins

Ministro Humberto Eustáquio Soares Martins nasceu em Maceió, Alagoas. Graduou-se em Direito pela Universidade Federal de Alagoas e desenvolveu inicialmente uma longa carreira na advocacia.

Participou ativamente da Ordem dos Advogados do Brasil, exercendo funções de representação e direção. Também atuou como procurador do Estado de Alagoas, acumulando experiência em advocacia pública, direito administrativo e defesa judicial do poder público.

Ingressou no Tribunal de Justiça de Alagoas pelo quinto constitucional, na vaga destinada à advocacia. Como desembargador, exerceu funções jurisdicionais e administrativas, chegando à Presidência da corte estadual.

Foi empossado ministro do STJ em 14 de junho de 2006. No Tribunal, ocupou a Vice-Presidência e, posteriormente, a Presidência, período em que também comandou o Conselho da Justiça Federal.

Humberto Martins exerceu ainda o cargo de Corregedor Nacional de Justiça. Paralelamente, participou de atividades acadêmicas, conferências, seminários e obras jurídicas, formando um currículo marcado pela integração entre advocacia, magistratura e gestão institucional.

Ministra do STJ Assis Moura
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5. Ministra Maria Thereza de Assis Moura

Ministra Maria Thereza Rocha de Assis Moura nasceu em São Paulo. Graduou-se em Direito pela Universidade de São Paulo, instituição na qual também desenvolveu sua formação acadêmica de pós-graduação e obteve o título de doutora em Direito.

Antes de ingressar na magistratura, construiu sólida carreira na advocacia criminal. Atuou em processos de elevada complexidade e tornou-se reconhecida pela especialização em direito penal, processo penal e execução penal.

A ministra também desenvolveu expressiva trajetória acadêmica, especialmente na Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo. É autora e organizadora de livros, capítulos e estudos jurídicos, além de ter participado de entidades dedicadas às ciências criminais.

Na administração pública, exerceu o cargo de secretária da Administração Penitenciária do Estado de São Paulo, experiência que ampliou sua atuação em assuntos relacionados ao sistema prisional e à execução das penas.

Maria Thereza tomou posse no STJ em 9 de agosto de 2006, em vaga destinada à advocacia. Posteriormente, integrou o Tribunal Superior Eleitoral, exerceu a Corregedoria-Geral da Justiça Federal e presidiu o STJ e o Conselho da Justiça Federal no biênio de 2022 a 2024.

Ministro do STJ Antônio Herman Benjamin
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6. Ministro Herman Benjamin

Ministro Antonio Herman de Vasconcellos e Benjamin nasceu em Catolé do Rocha, na Paraíba. Graduou-se em Direito pela Universidade Federal do Rio de Janeiro e realizou estudos de pós-graduação nos Estados Unidos, obtendo formação acadêmica internacional.

Sua trajetória profissional foi construída principalmente no Ministério Público do Estado de São Paulo. Como promotor e, posteriormente, procurador de Justiça, especializou-se na proteção dos consumidores, do meio ambiente e dos interesses coletivos.

Herman Benjamin tornou-se um dos principais nomes do direito ambiental e do direito do consumidor no Brasil. Participou de debates legislativos, projetos institucionais e iniciativas internacionais relacionadas à tutela coletiva, ao desenvolvimento sustentável e à proteção de direitos difusos.

Também possui ampla produção intelectual, composta por livros, artigos, capítulos e conferências no Brasil e no exterior. Sua atividade acadêmica alcançou instituições nacionais e estrangeiras, além de organizações internacionais.

Ingressou no STJ em 6 de setembro de 2006, em vaga destinada ao Ministério Público. Assumiu a Presidência do Tribunal e do Conselho da Justiça Federal em agosto de 2024, com mandato até agosto de 2026. Em abril de 2026, o Plenário elegeu Luis Felipe Salomão para sucedê-lo na Presidência. 

Og Fernandes
Créditos: Youtube / Rádio e TV Justiça

7. Ministro Og Fernandes

Ministro Geraldo Og Nicéas Marques Fernandes nasceu no Recife, Pernambuco. Graduou-se em Direito pela Universidade Federal de Pernambuco e iniciou sua trajetória profissional na advocacia e no serviço público.

Ingressou na magistratura do Estado de Pernambuco, atuando como juiz de Direito em diferentes unidades e comarcas. Durante essa etapa, exerceu jurisdição em matérias cíveis e criminais, além de funções administrativas.

Posteriormente, foi promovido a desembargador do Tribunal de Justiça de Pernambuco. Na corte estadual, integrou órgãos colegiados e participou da administração do tribunal, ampliando sua experiência na gestão do Poder Judiciário.

Og Fernandes tomou posse no Superior Tribunal de Justiça em 17 de junho de 2008, em vaga destinada a desembargador de Tribunal de Justiça.

Além da atuação no STJ, integrou o Tribunal Superior Eleitoral e exerceu funções na Escola Nacional de Formação e Aperfeiçoamento de Magistrados. Seu currículo é marcado pela magistratura de carreira e pela experiência em administração judiciária e capacitação de magistrados.

Novo Presidente do STJ - Ministro Salomão
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8. Luis Felipe Salomão

Ministro Luis Felipe Salomão nasceu em Salvador, Bahia. Graduou-se em Direito pela Universidade Federal do Rio de Janeiro e iniciou sua carreira profissional na advocacia.

Posteriormente, ingressou na magistratura do Estado do Rio de Janeiro. Atuou como juiz em diferentes comarcas e unidades jurisdicionais, acumulando experiência nas áreas cível, empresarial, consumerista e processual.

Foi promovido ao Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, onde exerceu o cargo de desembargador. Paralelamente à judicatura, desenvolveu intensa atividade acadêmica, tornando-se professor, conferencista, autor e coordenador de numerosas obras jurídicas.

Sua produção intelectual aborda temas como direito civil, direito empresarial, recuperação judicial, arbitragem, processo civil, direito digital e impactos das novas tecnologias sobre as relações jurídicas.

Salomão tomou posse no STJ em 17 de junho de 2008. Exerceu funções no Tribunal Superior Eleitoral, na Corregedoria Nacional de Justiça, na Escola Nacional de Formação e Aperfeiçoamento de Magistrados e no Conselho da Justiça Federal.

Atualmente, ocupa a Vice-Presidência do STJ. Em abril de 2026, foi eleito para presidir a Corte no biênio seguinte, tendo Mauro Campbell Marques como vice-presidente eleito. 

Ministro do STJ Mauro Campbell
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9. Ministro Mauro Campbell Marques

Ministro Mauro Luiz Campbell Marques nasceu em Manaus, Amazonas. Graduou-se em Direito e construiu sua carreira no Ministério Público do Estado do Amazonas.

Ingressou como promotor de Justiça e exerceu diferentes funções até alcançar o cargo de procurador de Justiça. Durante sua passagem pelo Ministério Público, atuou em matérias de direito público, proteção ambiental, tutela coletiva, defesa do patrimônio público e interesses sociais.

Campbell Marques também ocupou funções administrativas de alta relevância, incluindo a chefia do Ministério Público amazonense como procurador-geral de Justiça.

Tomou posse no Superior Tribunal de Justiça em 17 de junho de 2008, em vaga destinada ao Ministério Público. No STJ, integrou órgãos especializados em direito público e participou de atividades administrativas e institucionais.

Também exerceu funções no Tribunal Superior Eleitoral e no Conselho da Justiça Federal. Posteriormente, assumiu a Corregedoria Nacional de Justiça, no âmbito do Conselho Nacional de Justiça.

Em abril de 2026, foi eleito vice-presidente do STJ para o biênio que terá Luis Felipe Salomão na Presidência. 

STJ - Ministro Benedito Gonçalves
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10. Ministro Benedito Gonçalves

Ministro Benedito Gonçalves nasceu no Rio de Janeiro. Graduou-se em Direito e construiu uma trajetória que reúne experiências na advocacia, no Ministério Público e na magistratura federal.

Antes de ingressar na Justiça Federal, exerceu funções jurídicas tanto no setor privado quanto em instituições públicas. Posteriormente, tornou-se juiz federal, atuando em processos relacionados ao direito administrativo, tributário, previdenciário e constitucional.

Foi promovido ao Tribunal Regional Federal da 2ª Região, onde exerceu o cargo de desembargador federal. Na corte regional, acumulou experiência jurisdicional e administrativa, participando de órgãos colegiados e da gestão judiciária.

Tomou posse no STJ em 17 de setembro de 2008, em vaga destinada à magistratura federal. Também integrou o Tribunal Superior Eleitoral e participou de atividades de aperfeiçoamento e formação de magistrados.

Benedito Gonçalves foi diretor-geral da Escola Nacional de Formação e Aperfeiçoamento de Magistrados. Em abril de 2026, foi indicado para assumir a Corregedoria Nacional de Justiça no biênio seguinte. 

Ministro do STJ Raul Araújo
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11. Ministro Raul Araújo

Ministro Raul Araújo Filho nasceu em Fortaleza, Ceará. Graduou-se em Direito pela Universidade Federal do Ceará e iniciou sua trajetória profissional na advocacia e no serviço público.

Exerceu o cargo de procurador do Estado do Ceará, atuando na representação judicial e consultiva da administração estadual. Também integrou o Ministério Público do Ceará, no qual alcançou o cargo de procurador de Justiça.

Posteriormente, ingressou no Tribunal de Justiça do Ceará pelo quinto constitucional. Como desembargador, exerceu funções jurisdicionais e administrativas, participando de órgãos julgadores e de atividades institucionais da corte estadual.

Raul Araújo tomou posse no STJ em 12 de maio de 2010, em vaga destinada a desembargador de Tribunal de Justiça. Sua experiência profissional abrange, portanto, advocacia pública, Ministério Público e magistratura.

Também desenvolveu atividades acadêmicas e participou de conferências, seminários e publicações jurídicas. Em 2026, foi escolhido para assumir a direção-geral da Escola Nacional de Formação e Aperfeiçoamento de Magistrados no biênio seguinte. 

STJ - Ministra Isabel Gallotti
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12. Ministra Isabel Gallotti

Ministra Maria Isabel Diniz Gallotti Rodrigues nasceu no Rio de Janeiro e graduou-se em Direito pela Universidade de Brasília.

Construiu sua carreira no Ministério Público Federal, no qual ingressou como procuradora da República. Posteriormente, foi promovida ao cargo de procuradora regional da República, passando a atuar perante tribunais federais.

Ao longo de sua trajetória no MPF, trabalhou com questões de direito público, civil, econômico e processual, além de participar de atividades institucionais e administrativas.

Isabel Gallotti tomou posse como ministra do STJ em 10 de agosto de 2010, em vaga destinada ao Ministério Público Federal. Na Corte, passou a integrar os órgãos especializados em direito privado.

Além da atividade jurisdicional, participa de comissões internas, atividades acadêmicas e iniciativas relacionadas à formação e ao aperfeiçoamento de magistrados. Também exerceu funções de direção na Escola Nacional de Formação e Aperfeiçoamento de Magistrados.

Antonio Carlos Ferreira - Ministro do STJ
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13. Ministro Antonio Carlos Ferreira

Ministro Antonio Carlos Ferreira nasceu em São Paulo e construiu sua carreira predominantemente na advocacia.

Durante décadas, atuou na Caixa Econômica Federal (CEF), onde exerceu cargos jurídicos e administrativos de elevada responsabilidade. Sua experiência profissional concentrou-se especialmente em direito civil, empresarial, contratual, bancário e processual.

Além da atuação jurídica institucional, participou de órgãos colegiados, entidades representativas e comissões ligadas à advocacia. Também desenvolveu atividades acadêmicas como professor, palestrante e autor de trabalhos jurídicos.

Foi indicado para o STJ em vaga reservada à advocacia pelo quinto constitucional e tomou posse em 13 de junho de 2011.

No Tribunal, passou a integrar os órgãos especializados em direito privado. Exerceu, ainda, funções institucionais no Tribunal Superior Eleitoral, na Revista do STJ e em comissões internas da Corte.

Ministro do STJ Ricardo Villas Bôas Cueva
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14. Ministro Ricardo Villas Bôas Cueva

Ministro Ricardo Villas Bôas Cueva nasceu em São Paulo e graduou-se em Direito pela Universidade de São Paulo (USP). Complementou sua formação com estudos de pós-graduação no exterior, aprofundando conhecimentos em direito comparado, direito econômico e regulação.

Ingressou na carreira de procurador da Fazenda Nacional, exercendo funções de advocacia pública e representação da União em matérias fiscais e econômicas.

Também integrou o Conselho Administrativo de Defesa Econômica, o CADE, órgão responsável pela proteção da concorrência. Nesse espaço, participou da análise de operações empresariais, práticas anticoncorrenciais e questões regulatórias de grande repercussão.

Posteriormente, exerceu a advocacia privada, além de desenvolver atividades acadêmicas e editoriais. Sua produção intelectual abrange direito concorrencial, empresarial, econômico, regulatório, proteção de dados e novas tecnologias.

Tomou posse no STJ em 13 de junho de 2011, em vaga destinada à advocacia. Na Corte, atua nos órgãos especializados em direito privado e participa de comissões institucionais, inclusive relacionadas à tecnologia da informação e à inteligência artificial.

BRSebastião Reis Júnior
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15. Ministro Sebastião Reis Júnior

Ministro Sebastião Alves dos Reis Júnior nasceu em Belo Horizonte, Minas Gerais. Graduou-se em Direito pela Universidade de Brasília e desenvolveu sua carreira principalmente na advocacia.

Durante mais de duas décadas, atuou como advogado, com especialização em direito penal, processo penal e causas submetidas aos tribunais superiores.

Participou das atividades da Ordem dos Advogados do Brasil e de outras entidades jurídicas, envolvendo-se em debates sobre prerrogativas profissionais, defesa criminal e aperfeiçoamento do sistema de Justiça.

Também exerceu atividades acadêmicas como professor, palestrante e participante de obras jurídicas, cursos e seminários.

Foi nomeado ministro do STJ em vaga destinada à advocacia e tomou posse em 13 de junho de 2011. Desde então, integra os órgãos especializados em matéria penal.

Em 2026, foi eleito diretor da Revista do Superior Tribunal de Justiça para o próximo período administrativo. 

STJ - Ministro Marco Buzzi
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16. Ministro Marco Buzzi

Ministro Marco Aurélio Gastaldi Buzzi nasceu em Timbó, Santa Catarina. Graduou-se em Direito pela Universidade Federal de Santa Catarina e ingressou na magistratura estadual.

Atuou como juiz de Direito em diferentes comarcas catarinenses, exercendo jurisdição em áreas cíveis e criminais. Posteriormente, foi promovido ao cargo de desembargador do Tribunal de Justiça de Santa Catarina.

Durante sua carreira, participou de iniciativas voltadas à conciliação, à mediação e à solução consensual de conflitos. Tornou-se conhecido pela atuação em programas que buscavam aproximar o Judiciário da população e reduzir a litigiosidade.

Buzzi também desenvolveu atividades acadêmicas, participou de conferências e colaborou com projetos de capacitação de magistrados e servidores.

Tomou posse no STJ em 5 de setembro de 2011, em vaga destinada a desembargador estadual. Na Corte, passou a atuar nos órgãos especializados em direito privado.

Marco Aurélio Bellizze - STJ - Ministro
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17. Ministro Marco Aurélio Bellizze

Ministro Marco Aurélio Bellizze Oliveira nasceu no Rio de Janeiro e graduou-se em Direito. Sua trajetória foi construída na magistratura do Estado do Rio de Janeiro.

Ingressou na carreira como juiz de Direito, atuando em diferentes comarcas e unidades judiciais. Ao longo da judicatura, adquiriu experiência em matérias cíveis e criminais.

Posteriormente, foi promovido a desembargador do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro. Na corte estadual, integrou órgãos colegiados e exerceu funções administrativas e institucionais.

Também participou da Justiça Eleitoral e de atividades de formação de magistrados, além de proferir palestras e colaborar com iniciativas acadêmicas.

Tomou posse no Superior Tribunal de Justiça em 5 de setembro de 2011, em vaga destinada a desembargador de Tribunal de Justiça. No STJ, integra os órgãos especializados no julgamento de matérias de direito privado.

Sérgio Kukina Ministro STJ
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Tribunal de Justiça de Roraima

18. Ministro Sérgio Kukina

Ministro Sérgio Luiz Kukina nasceu em Curitiba, Paraná, e construiu sua carreira no Ministério Público do Estado do Paraná.

Ingressou na instituição como promotor de Justiça, exercendo atividades em diferentes áreas e localidades. Posteriormente, foi promovido a procurador de Justiça.

Durante sua trajetória no Ministério Público, ocupou funções administrativas, participou de órgãos colegiados e atuou em matérias relacionadas ao direito público, à proteção do patrimônio público e à tutela de interesses coletivos.

Também desenvolveu atividades acadêmicas e participou de cursos, seminários, comissões e publicações jurídicas.

Sérgio Kukina tomou posse no STJ em 6 de fevereiro de 2013, em vaga destinada ao Ministério Público estadual. Na Corte, passou a integrar os órgãos especializados em direito público.

Além da atuação jurisdicional, participa de comissões internas voltadas à gestão de precedentes, à jurisprudência e à cooperação institucional.

Quem são os ministros do STJ? Conheça a formação e a trajetória profissional de cada integrante da Corte | Juristas
O ministro Paulo Dias de Moura Ribeiro, membro da Segunda Seção e da Terceira Turma, no lançamento do livro em sua homenagem. | Foto: Emerson Leal/STJ

19. Ministro Paulo Dias de Moura Ribeiro

Ministro Paulo Dias de Moura Ribeiro nasceu em Santos, São Paulo. Graduou-se em Direito e construiu sua carreira na magistratura paulista.

Ingressou como juiz de Direito e atuou em diferentes comarcas e unidades judiciais. Ao longo da carreira, adquiriu experiência em matérias cíveis, empresariais, familiares e processuais.

Posteriormente, foi promovido a desembargador do Tribunal de Justiça de São Paulo, no qual integrou órgãos julgadores e participou de atividades administrativas.

Paralelamente à magistratura, desenvolveu extensa carreira acadêmica. É professor, palestrante e autor de livros e artigos, especialmente nas áreas de direito civil, direito processual civil e direito privado.

Tomou posse no STJ em 28 de agosto de 2013, em vaga destinada a desembargador estadual. Na Corte, atua nos órgãos especializados em direito privado.

Regina Helena Costa - Ministra STJ
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Rádio e TV Justiça

20. Ministra Regina Helena Costa

Ministra Regina Helena Costa nasceu em São Paulo e graduou-se em Direito pela Universidade de São Paulo (USP). Possui uma das trajetórias acadêmicas mais extensas entre os integrantes da Corte, com formação de pós-graduação e produção científica concentrada no direito público.

Iniciou sua carreira no Ministério Público do Estado de São Paulo. Posteriormente, ingressou na magistratura federal, exercendo o cargo de juíza federal na 3ª Região.

Foi promovida ao Tribunal Regional Federal da 3ª Região, onde se tornou desembargadora federal e passou a atuar em matérias tributárias, administrativas, previdenciárias e constitucionais.

Paralelamente, consolidou-se como professora da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. É autora de obras e estudos especialmente relacionados ao direito tributário, constitucional e administrativo.

Regina Helena Costa tomou posse no STJ em 28 de agosto de 2013, em vaga destinada à magistratura federal. Além da atividade jurisdicional, exerce funções de representação institucional e participação em comissões da Corte.

21. Ministro Rogerio Schietti Cruz

Ministro Rogerio Schietti Machado Cruz nasceu em Belo Horizonte, Minas Gerais. Graduou-se em Direito e construiu sua carreira no Ministério Público do Distrito Federal e dos Territórios.

Ingressou como promotor de Justiça e desenvolveu intensa atuação na área criminal. Posteriormente, foi promovido ao cargo de procurador de Justiça.

Ao longo da carreira no Ministério Público, exerceu funções jurídicas e administrativas, participando de debates relacionados à persecução penal, às garantias fundamentais e ao aperfeiçoamento da Justiça criminal.

Schietti possui sólida formação acadêmica em direito penal e processo penal. É professor, pesquisador, conferencista e autor de livros, artigos e capítulos jurídicos.

Tomou posse no STJ em 28 de agosto de 2013, em vaga destinada ao Ministério Público. Na Corte, integra os órgãos especializados em matéria penal e participa de comissões institucionais relacionadas à jurisprudência e aos precedentes.

22. Ministro Gurgel de Faria

Ministro Luiz Alberto Gurgel de Faria nasceu no Recife, Pernambuco, e graduou-se em Direito pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte.

Sua carreira reúne experiências na magistratura trabalhista e na magistratura federal. Depois de atuar na Justiça do Trabalho, ingressou na Justiça Federal, onde exerceu o cargo de juiz federal.

Posteriormente, foi promovido a desembargador federal do Tribunal Regional Federal da 5ª Região. Como magistrado, dedicou-se principalmente a questões tributárias, administrativas, constitucionais e financeiras.

Gurgel de Faria também desenvolveu expressiva carreira acadêmica. Exerceu a docência universitária, realizou estudos de pós-graduação e publicou trabalhos jurídicos, especialmente no campo do direito tributário.

Tomou posse no Superior Tribunal de Justiça em 9 de setembro de 2014, em vaga destinada a membro de Tribunal Regional Federal. Na Corte, integra os órgãos especializados em direito público.

23. Ministro Reynaldo Soares da Fonseca

Ministro Reynaldo Soares da Fonseca nasceu em São Luís, Maranhão, e graduou-se em Direito pela Universidade Federal do Maranhão.

Sua trajetória profissional é marcada pela passagem por diferentes carreiras jurídicas. Exerceu funções na advocacia pública, incluindo os cargos de procurador do Estado e procurador do Distrito Federal.

Também integrou o Ministério Público do Distrito Federal e dos Territórios. Posteriormente, ingressou na magistratura do Distrito Federal e, em seguida, na magistratura federal.

Atuou como juiz federal e foi promovido a desembargador federal do Tribunal Regional Federal da 1ª Região. Ao longo dessa trajetória, acumulou experiência em direito público, penal, processual e direitos fundamentais.

Reynaldo Soares da Fonseca desenvolve intensa atividade acadêmica, com estudos, livros e conferências sobre direitos humanos, processo penal, acesso à Justiça e princípio jurídico da fraternidade.

Tomou posse no STJ em 26 de maio de 2015, em vaga destinada à magistratura federal.

24. Ministro Ribeiro Dantas

Ministro Marcelo Navarro Ribeiro Dantas nasceu em Natal, Rio Grande do Norte. Graduou-se em Direito pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte e aprofundou sua formação em estudos de pós-graduação.

Construiu sua carreira no Ministério Público Federal. Ingressou como procurador da República e, posteriormente, foi promovido a procurador regional da República.

No MPF, exerceu funções perante tribunais e atuou em matérias constitucionais, administrativas, eleitorais e criminais. Também desempenhou atividades relacionadas à Procuradoria-Geral Eleitoral.

Ribeiro Dantas possui carreira acadêmica como professor, pesquisador e autor de obras e artigos jurídicos. Sua produção alcança temas de direito constitucional, administrativo, processual e eleitoral.

Tomou posse no STJ em 30 de setembro de 2015, em vaga destinada ao Ministério Público Federal. Na Corte, atua nos órgãos especializados em matéria penal e exerce funções no Conselho da Justiça Federal.

25. Ministro Joel Ilan Paciornik

Ministro Joel Ilan Paciornik nasceu em Curitiba, Paraná, e graduou-se em Direito. Sua carreira profissional foi construída na magistratura do Estado do Paraná.

Ingressou como juiz de Direito e atuou em diferentes comarcas e unidades jurisdicionais, acumulando experiência em matérias cíveis e criminais.

Posteriormente, foi promovido ao cargo de desembargador do Tribunal de Justiça do Paraná. Na corte estadual, integrou órgãos julgadores e participou de atividades administrativas e institucionais.

Também desenvolveu atividades docentes, participou de cursos de formação e aperfeiçoamento de magistrados e proferiu palestras em eventos jurídicos.

Tomou posse no STJ em 6 de abril de 2016, em vaga destinada a desembargador de Tribunal de Justiça. Atua nos órgãos especializados em direito penal e integra o Conselho da Justiça Federal.

26. Ministro Messod Azulay Neto

Messod Azulay Neto nasceu no Rio de Janeiro e graduou-se em Direito. Antes de ingressar na magistratura, exerceu a advocacia e desempenhou funções jurídicas no serviço público.

Posteriormente, ingressou na magistratura federal da 2ª Região. Como juiz federal, atuou em diferentes unidades e áreas de competência da Justiça Federal.

Foi promovido ao Tribunal Regional Federal da 2ª Região, onde exerceu o cargo de desembargador federal. Na corte regional, desempenhou funções jurisdicionais e administrativas, chegando à Presidência do tribunal.

Também participou de atividades acadêmicas, seminários, cursos de formação de magistrados e iniciativas relacionadas à administração do Poder Judiciário.

Messod Azulay Neto tomou posse no STJ em 6 de dezembro de 2022, em vaga destinada a integrante de Tribunal Regional Federal. Na Corte, atua nos órgãos especializados em matéria penal e integra o Conselho da Justiça Federal.

27. Ministro Paulo Sérgio Domingues

Ministro Paulo Sérgio Domingues nasceu em São Paulo e graduou-se em Direito pela Universidade de São Paulo (USP).

Ingressou na magistratura federal e desenvolveu sua carreira na Justiça Federal da 3ª Região. Como juiz federal, atuou em diferentes matérias de competência federal e exerceu funções administrativas.

Posteriormente, foi promovido ao cargo de desembargador federal do Tribunal Regional Federal da 3ª Região. Participou da administração judiciária, de entidades representativas da magistratura e de iniciativas voltadas ao aperfeiçoamento institucional.

Também desenvolveu atividades acadêmicas, associativas e de formação profissional, com atenção a temas de direito público, previdenciário e gestão do Judiciário.

Tomou posse no STJ em 6 de dezembro de 2022, em vaga destinada à magistratura federal. Atualmente, integra os órgãos especializados em direito público e preside a Comissão de Tecnologia da Informação, Inteligência Artificial e Segurança Cibernética do Tribunal. 

28. Ministro Teodoro Silva Santos

Ministro Teodoro Silva Santos nasceu no Ceará e graduou-se em Direito. Sua carreira reúne experiências no Ministério Público, na magistratura e na administração do sistema de Justiça.

Ingressou no Ministério Público do Estado do Ceará, no qual exerceu os cargos de promotor e procurador de Justiça. Durante sua passagem pela instituição, atuou especialmente em matérias criminais e ocupou funções de direção.

Posteriormente, passou a integrar o Tribunal de Justiça do Ceará como desembargador. Na corte estadual, participou de órgãos jurisdicionais e administrativos, acumulando experiência em gestão judiciária.

Também desenvolveu atividades acadêmicas, com participação em cursos, conferências e projetos relacionados ao direito penal, ao processo penal e à segurança pública.

Teodoro Silva Santos tomou posse no STJ em 22 de novembro de 2023, em vaga destinada a desembargador de Tribunal de Justiça. Na Corte, passou a integrar os órgãos especializados em direito público.

29. Afrânio Vilela

Ministro José Afrânio Vilela nasceu em Minas Gerais e construiu sua carreira na magistratura estadual mineira.

Ingressou na judicatura como juiz de Direito e atuou em diferentes comarcas, percorrendo as etapas da carreira judicial. Ao longo desse período, exerceu jurisdição em diversas áreas e participou da administração de unidades judiciárias.

Posteriormente, foi promovido a desembargador do Tribunal de Justiça de Minas Gerais. Na corte estadual, integrou órgãos colegiados, comissões e estruturas de gestão.

Sua trajetória também compreende atividades acadêmicas, participação em cursos de aperfeiçoamento e iniciativas relacionadas à formação de magistrados.

Afrânio Vilela tomou posse no STJ em 22 de novembro de 2023, em vaga destinada a desembargador de Tribunal de Justiça. Atua nos órgãos especializados em direito público e foi designado para funções no Conselho da Justiça Federal. 

30. Ministra Daniela Teixeira

Ministra Daniela Rodrigues Teixeira nasceu em Brasília e graduou-se em Direito. Construiu sua trajetória predominantemente na advocacia privada, com atuação destacada perante o Supremo Tribunal Federal, o Superior Tribunal de Justiça e outros órgãos do sistema de Justiça.

Ao longo de mais de duas décadas de atividade profissional, trabalhou com matérias de direito civil, processual civil, constitucional, empresarial e penal, além de recursos e ações submetidos aos tribunais superiores.

Daniela Teixeira participou intensamente da vida institucional da Ordem dos Advogados do Brasil. Ocupou cargos em estruturas nacionais da entidade e integrou comissões relacionadas às prerrogativas profissionais, ao processo legislativo e à participação das mulheres na advocacia.

Também desenvolveu atividades acadêmicas, participou de conferências e contribuiu para obras jurídicas. Sua trajetória institucional foi marcada pela defesa da ampliação da presença feminina nos espaços de direção e decisão do sistema de Justiça.

Tomou posse no STJ em 22 de novembro de 2023, em vaga destinada à advocacia. Em março de 2026, foi designada para presidir a Terceira Turma, especializada em direito privado. 

31. Ministra Maria Marluce Caldas

Ministra Maria Marluce Caldas Bezerra é natural de Alagoas e construiu sua carreira no Ministério Público do Estado de Alagoas.

Ingressou na instituição em 1986 e atuou como promotora de Justiça em diferentes áreas. Ao longo de quase quatro décadas, acumulou experiência em direito penal, infância e juventude, defesa da cidadania, direitos sociais e tutela de interesses coletivos.

Foi promovida ao cargo de procuradora de Justiça e exerceu funções de direção e coordenação institucional. Também participou de projetos relacionados à proteção das vítimas, ao combate à criminalidade e ao aperfeiçoamento da atuação ministerial.

Além das atividades no Ministério Público, desenvolveu atuação acadêmica e institucional por meio de cursos, palestras, comissões e eventos jurídicos.

Maria Marluce Caldas foi escolhida para a vaga aberta com a aposentadoria da ministra Laurita Vaz. Depois da aprovação pelo Senado e da nomeação presidencial, tomou posse no STJ em 4 de setembro de 2025. Integra a Terceira Seção e a Quinta Turma, especializadas em direito penal. 

32. Ministro Carlos Pires Brandão

Ministro Carlos Augusto Pires Brandão nasceu em Teresina, Piauí. Sua formação reúne conhecimentos jurídicos e tecnológicos, característica que marcou sua trajetória acadêmica e profissional.

É mestre em Direito pela Universidade Federal de Pernambuco e doutor em Ciências Jurídicas pela Universidade Federal da Paraíba. Também desenvolveu carreira docente como professor do Departamento de Ciências Jurídicas da Universidade Federal do Piauí.

Ingressou na magistratura federal em 1997. Como juiz federal, atuou em unidades da Justiça Federal da 1ª Região, acumulando experiência em matérias administrativas, tributárias, previdenciárias, ambientais e constitucionais.

Em 2015, foi promovido ao cargo de desembargador federal do Tribunal Regional Federal da 1ª Região. Na corte, exerceu funções jurisdicionais e administrativas, além de participar de iniciativas relacionadas à inovação e à gestão judiciária.

Foi escolhido para a vaga aberta com a aposentadoria da ministra Assusete Magalhães. Tomou posse no STJ em 4 de setembro de 2025, juntamente com Maria Marluce Caldas. Na Corte, passou a integrar os órgãos especializados em direito penal e a comissão relacionada à tecnologia, inteligência artificial e segurança cibernética. 

Diversidade de origens marca a composição do STJ

Os currículos dos atuais ministros demonstram a diversidade de experiências que estrutura constitucionalmente o Superior Tribunal de Justiça. Há integrantes que passaram toda a vida profissional na magistratura e outros que chegaram à Corte depois de longas carreiras na advocacia, no Ministério Público ou na administração pública.

A composição também reúne professores, pesquisadores e autores de obras jurídicas, além de profissionais com experiência em gestão de tribunais, formação de magistrados, defesa da concorrência, advocacia pública, proteção ambiental, sistema penitenciário, direitos do consumidor e novas tecnologias.

Em 22 de junho de 2026, a composição oficial registrava 32 ministros em atividade e uma vaga aberta. O quadro poderá ser alterado com a futura indicação, aprovação e posse do novo integrante da Corte. 

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Wilson Roberto
Wilson Robertohttp://www.wilsonroberto.com.br
Empreendedor Jurídico, bacharel em Administração de Empresas pela Universidade Federal da Paraíba, MBA em Gestão Empresarial pela Fundação Getúlio Vargas, professor, palestrante, empresário, Bacharel em Direito pelo Unipê, especialista e mestre em Direito Internacional pela Faculdade de Direito da Universidade Clássica de Lisboa. Foi doutorando em Direito Empresarial pela mesma Universidade. Autor de livros e artigos.

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